| Sociedade: | |||
| Início |
De resto, a comunidade internacional
mostra-se preocupada pelo facto de cerca de um milhão de
armas se encontrar em posse dos cerca de 3 milhões de civis
albaneses, tendo sido roubados dos depósitos do exército
durante os motins populares de Fevereiro e Março deste
ano.
INDONÉSIA - Um tribunal de Jacarta
condenou a penas de quatro e cinco anos de prisão dois
activistas locais pró-democracia, declarados culpados de
subversão por, alegadamente, terem incitado à violência
no Verão passado. Outros 12 activistas foram condenados
a penas entre 18 meses e 13 anos de prisão, dois deles
devido a participação nas manifestações
de rua por ocasião do afastamento de Megawati Sukarno (filha
do ex-presidente indonésio do meso apelido) da presidência
do oposicionista Partido Democrático indonésio.
CONGO - A crise congolesa que opõe,
com recurso às armas, o actual presidente do Congo (Brazaville),
Pascal Lissouba, ao antigo presidente e candidato às eleições
presidenciais, Sassou Nguesso, parece ter entrado numa fase de
amortecimento, tendo sido decretada um trégua, durante
a qual os contendores, com medição da ONU e da OUA
liderada pelo presidente do Gabão Omar Bongo, procurarão
obter um entendimento.
PALESTINA - Vinte e dois palestinianos
foram feridos, dois deles gravemente, após violentos confrontos
com soldados israelitas na cidade de Hebron, ao fim de vários
dias consecutivos de incidentes.
Entretanto, os militares israelitas
acusam a polícia palestiniana de passividade perante a
agressividade dos palestinianos que apedrejaram os cerca de 400
soldados que protegem os colonos israelitas residentes em Hebron.
FRANÇA - Mais de 600 pessoas
foram colocadas sob custódia judicial no decurso de uma
vasta operação realizada em França pela polícia
em meios onde pululam os pedófilos.
A operação decorreu no
Departamento de Saône-et-Loire (Borgonha) onde a investigação
teve início há 14 meses e permitiu apreender também
centenas de cassetes vídeo de conteúdo pedófilo.
CAMBOJA - A rádio cambojana anunciou
que o antigo líder dos "khmer vermelhos", Pol
Pot, responsável pelo genocídio verificado no Camboja
na década de 70, se rendeu às tropas dos"khmer
vermelhos" que se viraram contra ele. O governo cambojano
comentou que não dará qualquer protecção
a Pol Pot, cujo nome está directamente ligado à
morte de cerca de dois milhões de pessoas naquele país
entre 1975 e 1979.
CONGO (KINSHASA) - O novo e auto-proclamado
presidente da República Democrática do Congo, Laurent
Kabila, instruiu as autoridades locais congolesas para não
cooperarem com a missão da ONU que realiza um inquérito
sobre os massacres de refugiados hutus ruandeses. Pressionado
pelas autoridades norte-americanas, Kabila não conseguiu
retardar por mais tempo a entrada no Congo da missão da
ONU, mas pressionou as autoridades locais para não revelarem
a localização das valas comuns onde foram enterrados
os mortos, apesar de ter prometido toda a colaboração
a Kofi Annan, Secretário-geral das Nações
Unidas.
HONG KONG - O governador britânico
de Hong Kong, Chris Patten, participou pela última vez
num Conselho Legislativo local, enviando recados políticos
à China sobre o futuro da ex-colónia. Patten, que
deixará aquele território na madrugada de 1 de Julho
(data em que a China reassume o controlo de Hong Kong), a bordo
do iate real britânico, declarou que lamenta não
ter conseguido "convencer os líderes de Pequim"
de que "o desenvolvimento de instituições democráticas
em Hong Kong" não equivale à "colocação
de uma bomba-relógio pela Grâ-Bretanha."
| Início |
Estamos numa época em que se instalou o pudor de chamar branco ao que é branco e preto ao que é preto. Há palavras malditas e que corroem como um ácido. Nimguém quer ser apodado de conservador, mesmo que as atitudes que toma ou as ideias que expressa nada tenham a ver com uma postura imobilista e retrógrada. Tudo decorre, hoje, em termos de discussão e análise, na área do cinzento, quase como no declínio de um entardecer em que os indivíduos se tornam vultos que as sombras emergentes despersonalizam. Uma coisa é a intolerância, outra, muito diferente, é o não aceitar que situações anómalas sejam equiparadas, em termos de legalização, àquelas que sustentam os pilares da sociedade. Querer fazer equivaler um casal de homossexuais a um casamento ou mesmo a uma união heterossexual que não se avalizou junto do Estado ou da Igreja não é tanto romper com cânones estabelecidos como, sobretudo, violentar a própria natureza. Afinal, é isto que está em causa. O receio de falar claro faz hesitar as pessoas e, lamentavelmente, leva-as a uma linguagem que não é carne nem é peixe.
| Pacheco de Andrade |
| Início |
Atribuída pelo Município de Ourém
A Irmã Lúcia, a única vidente ainda viva das aparições de Fátima, foi galardoada, há dias, com a Medalha de Ouro do Município de Ourém em virtude da projecção mundial que Fátima e, consequentemente, o concelho de Ourém tiveram com as Aparições.
Nascida em Aljustrel em 22 de Março de 1907, a Irmã Lúcia entrou como noviça no Instituto de Santa Doroteia, em Tuy, Espanha, em 20 de Julho de 1926, com o nome de Maria Lúcia de Jesus, tendo tomado hábito em Outubro desse ano, feito votos simples dois anos depois e votos perpétuos em 1934. Antes disso, esteve algum tempo no Instituto Van Zeller, na Rua de Vilar, Porto.
Em 17 de Maio de 1946 veio para Portugal, foi a Fátima em 21 e 22 de Maio desse ano e entrou para o Carmelo de Santa Teresa, em Coimbra, em 25 de Março de 1948, onde tomou o nome de Irmã Maria Lúcia do Imaculado Coração de Maria.
| Início |
| Primeira Página | Página Seguinte |