Uma simples mas harmoniosa e significativa exposição, no espaço do encontro, deu aos participantes a possibilidade de conhecerem melhor cada um daqueles cinco países representados. Eram peças de artesanato, tecidos, quadros, mapas, postais, fotografias, selos... e outros meios encontrados para este intercâmbio.
Mas também a gastronomia foi ponto e ponte de encontro entre todos. E os participantes puderam saborear, no dia 12, as delícias de Angola e da Guiné e, no dia 19, as de Moçambique, São Tomé e Príncipe, confeccionadas por alguns voluntários.
E, como é óbvio numa festa africana, não pôde faltar a música a que não resistiram alguns bem ritmados passos de dança. Houve também cantos e música ao vivo, e danças preparadas por são-tomenses e moçambicanos.
Preparada já desde o início do ano lectivo conjuntamente pela Pastoral Universitária e por estudantes de cada um dos cinco países (o que constitui uma espécie de Secretariado para esta área de actividades), a iniciativa ocorreu na sequência do ciclo levado a cabo no passado ano lectivo sobre "África, esperança e realidade" e ainda na da campanha realizada, já neste ano, sob o lema: "Neste Natal ninguém sozinho". O contacto muito regular da Pastoral Universitária com a população africana (sobretudo a estudantil) residente no Porto e com as suas carências, levou ainda à criação, há alguns anos de um "Fundo de Solidariedade da Pastoral Universitária", que socorreu já cerca de meia centena de pessoas em grave situação de sobrevivência.
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