| Recreativa: | ||
Este semanário da Igreja nunca se amarrou aos limites geográficos da Diocese e tem encontrado fora dela muitos leitores assíduos. Eles são da região de Lisboa e Setúbal (286), de Santarém e Leiria-Fátima (90), do Alentejo (50) e do Algarve (29). De Aveiro, Coimbra, Viseu, Guarda e Castelo Branco são 163, do Minho 133, do Douro e Trás-os-Montes 197, dos Açores 32 e da Madeira 15. No estrangeiro temos 180 assinantes, sendo mais de 70 assinantes na Europa, 74 em África (sendo 37 de Angola e 23 de Moçambique), 25 na América e seis na Ásia e Oceania.
Para além disso, semanalmente, são enviados jornais em rolo para os seguintes locais: Porto-Paço Episcopal (32 exemplares), Seminário da Sé (15), Casa Diocesana de Vilar (15), Congregados (60), Trindade (60), Carvalhido (40), Fradelos (15+20), Antas (25), Senhora do Calvário (25), Misericórdia (20), Lapa (20), Foz (20), N.ª S.ª da Ajuda (5), Padres Capuchinhos (12), Santíssimo Sacramento (5), Senhora da Conceição (5), Livaria S. Paulo (4), Salesianos (2), Livraria Telos (30). Outros locais a Norte - Gueifães (25), Guifões (19), Senhora da Hora (10), Custóias (20), Ermesinde (30), Seminário do Bom Pastor (7), Valongo (90), Valbom (12), Lordelo (15), Suzão (15), Penamaior (5), Nevogilde-Lousada (16), Lagares-Penafiel (5), Avessadas (14). E a Sul do Douro - Gervide-Oliveira do Douro (7), Crestuma (18), Santo Ovídio (10), Vilar do Paraíso (30), Gulpilhares (25), Grijó (40), Espinho (60), Silvalde (5), Rio Meão (20), Ovar (7), S. João da Madeira (40), Carregosa (6). todas as semanas guardamos 31 exemplares para arquivo ou eventuais falhas. Isto soma 1.037 exemplares. Para além disso, costumamos enviar alguns exemplares para os locais a que se faz mais desenvolvida referência em cada edição. E não há outras sobras do que é o semanário eclesial do país.
Apesar disso, queremos chegar mais longe e, assim, ao longo deste ano, ofereceremos a assinatura durante dois meses a pessoas que vivam no estrangeiro e sejam indicadas por assinantes que tenham a sua assinatura em dia. Um jornal como este pode ser «uma bênção» para estudantes, trabalhadores e militares deslocados das suas famílias, mas também para missionários e religiosas. Foi com emoção que soubemos que, nalguns lugares, este semanário da Igreja era a única informação que as comunidades tinham sobre o que se passa no mundo e, numa outra região, o texto da «VP» era mesmo utilizado para ensinar os meninos a ler, por falta de livros!
Mas também nesta diocese queremos
crescer..., saindo das casas e das igrejas. Aos quiosques
e outros pontos de venda de jornais e revistas, apontados pelos
párocos, queremos oferecer especiais condições.
Em muitos casos, as pessoas poderão ter a «VP»
às quartas-feiras, quando o assinante a recebe à
5ª-feira. De ora em diante, como se verifica, «VP»
apenas na semana seguinte nunca mais, devendo cada caso
ser comunicado aos Correios, pois isso só acontecerá
por deficiência deles, uma vez que, o mais tardar à
4ª-feira, o semanário da Igreja é lá
colocado devidamente ordenado.
Actualização de assinaturas
A saúde das nossas finanças está na pronta actualização das assinaturas. Sobre o endereço leva um solene aviso: Pago até... Se a data já passou é sinal de estar a dar-nos prejuízo, pois os cálculos de preço são feitos supondo que as pessoas nunca pagam a assinatura com mais de meio ano de atraso. Ora acontece que há alguma gente não olha para a indicação do Pago até ou não saberá interpretá-la. Com clareza, se não está interessado na leitura do semanário da Igreja, devolva-o durante três semanas seguidas e cortaremos o seu nome das mais de uma dezena de assinantes. Queremos poder dizer que os nossos assinantes são leitores e gente de contas em dia, com quem se pode contar.
Para pagar a assinatura envie-nos um cheque traçado, endereçado a Voz Portucalense ( e não ao portador), ou então um vale postal, acompanhados do papel do endereço, para não haver equívocos, pois há muitos nomes totalmente iguais. Atenção às casas religiosas e outras instituições, pois às vezes aparece-nos o cheque assinado por uma pessoa que não é assinante e não sabemos para que é, nem o endereço e só poderemos canalisá-lo para o sector das ofertas, até novo contacto!
Boa opção é a daqueles
que escolhem pagar ao seu Pároco, que depois proceder
ao pagamento de uma vez, mediante listagem que tenha em seu poder.
É mais fácil e isso permite uma melhor qualidade
dos nossos serviços. Note-se, entretanto, que a alteração
do Pago até, normalmente, é feita apenas
uma vez por mês, pois os nossos endereços
estão na gráfica, em Oliveira de Azeméis,
e só uma vez por mês mandamos nova cópia.
Atraso
Na última semana, houve gente que recebeu a «VP» na 6ª-feira, a maioria na 2ª-feira e alguns na 3ª-feira. Isto aconteceu por motivos que não são da nossa responsabilidade, mas de avaria numa das máquinas da empresa que nos presta serviço e que tem cumprido com habitual exemplaridade. As nossas desculpas a colaboradores, leitores e aos próprios Correios que, desta vez sem culpa, aguentaram com injustificadas suspeitas e críticas.
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PONTAPÉ DE CANTO
Antes de mais, pela mão de José Roquete, um homem da «banca», o Sporting tem vindo a transformar a associação desportiva que sempre foi numa «holding» de sociedades comerciais, dotadas de dirigentes profissionais, o que permitirá ao clube de Alvalade encarar sem problemas as mudanças que obrigatoriamente acontecerão no panorama desportivo nacional, por aplicação da Lei de Bases do Sistema Desportivo, já que os seus actuais dirigentes se estão a antecipar nessa aplicação. Assim, o aspecto económico ficará devidamente salvaguardado, permitindo encarar as questões desportivas com outro optimismo.
Na área propiamente dita do futebol, o Sporting adoptou, depois da saída de Santana Lopes, um discurso calmo, tranquilo, despido de exibicionismo, transferindo para o departamento de futebol a personalidade contida e inteligente do seu presidente. O Dr. José Roquete, embora aqui e ali tenha dado as suas «bicadas» no sistema e nos outros dirigentes, tem sabido gerir o clube e o seu futebol sem parangonas, programando à distância, intervindo pontualmente, fazendo com que dirigentes de segunda linha «façam as despesas» das páginas dos semanários desportivos.
Um pouco à semelhança de José Roquete, o treinador Octávio, um homem que conhece tudo o que há por dentro do futebol, desde a «psicologia do balneário» à forma como a relva deve ser tratada, da metodolgia do treino à maneira mais eficaz de intervir publicamente na defesa do seu projecto, Octávio levantou a equipa de futebol e pô-la a jogar colectivamente, como os seus excelentes jogadores sabem fazer e bem.
Por outro lado, a dupla Roquete-Octávio deu início ao aproveitamento dos jovens talentos que a escola de Alvalade costuma produzir. Os jogadores mais jovens, lado a lado com outros mais experientes, têm vindo a assinar contratos cuja duração ultrapassa o ano 2000, assegurando a continuidade de um plantel que, não se duvide, vai «dar cartas» nos próximos anos. Octávio e José Roquete sabem o que estão a fazer e o treinador está a implantar no Sporting alguns dos métodos de trabalho (discreto, seguro, fundamentado em exigência profissional elevada) que aprendeu e ajudou a instituir no FC Porto, com Pedroto, como jogador, e com Artur Jorge, como treinador adjunto.
Esta nova forma de ser e de estar do Sporting já começou a dar os seus frutos: um conjunto de jogadores, meio desconchavado no início da época, com o belga Waseige longe das realidades futebolísticas portuguesas, deu lugar a uma equipa que, primando pelo colectivo, sabe valorizar os talentos individuais de que dispõe. O primeiro resultado foi ultrapassar o Benfica na luta pelo segundo lugar que dá acesso a uma pré-eliminatória da Taça dos Campeões Europeus.
A continuar assim, como penso que vai suceder, será interessante,
no próximo ano, ver como «leões» e «dragões»
vão discutir, mano a mano, o campeonato, já que
o Benfica de Manuel José, apesar (ou por causa) da muita
conversa deste, precisa ainda de mais tempo para construir uma
equipa topo de gama com os excelentes jogadores que já
possui.
F. C. Porto ganha e perde
Duas notas finais que têm a ver com a actualidade desportiva: a equipa de futebol do F.C. Porto perdeu, pela primeira vez na presente temporada, no passado domingo, nas Antas, frente ao Salgueiros (a «velha alma» parece ter renascido) por 1-2; o F. C. Porto, na modalidade de basquetebol, actuando no Pavilhão Rosa Mota, completamente lotado, levou de vencida os polacos do Nobiles e está nos quartos de final da Taça da Europa de basquetebol, tendo fortes possibilidades de, no próximo ano, assegurar um lugar na Liga dos Campeões Europeus da modalidade.
| Bernardino Chamusca |
Israel e Egipto
De 10 a 19 de Março com encenação do Auto da Paixão, por actores que, de dez em dez anos, representam em Montalegre um Auto que vem do século XVI.
Promoção do P. António Fontes, pároco de Vilar de Perdizes
Tel Aviv, Haifa,Tiberíades, Cafarnaum, Nazaré, Jerusalém, Belém, Mar Morto, Sinai, Pirâmides, Cairo
Viagem em pensão completa: 210 contos
Informações e inscrições
Casa de Trás-os-Montes, Porto tel.02-525273
Agência Abreu Tel. 02-2007701
Paróquia de Vilar de Perdizes Tel 076-52256/53143
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