| Recreativa: | |
Futebol - Campeonato da Europa
A equipa portuguesa teve uma actuação positiva, conseguindo atingir os qaurtos de final da prova (mostrou-se, assim,uma das oito melhores da Europa), mas não cumpriu o desejo de milhares de adeptos lusos que se deslocaram a Inglaterra e a queriam ver campeã da Europa.
A selecção portuguesa, recheada de jogadores de enorme valia técnica, conseguiu cativar os críticos e treinadores que acorreram a Inglaterra, mas no momento decisivo, frente à República Checa, nos quartos de final, não foi capaz de traduzir em golos a superioridade que evidenciou na primeira parte, acabando por sucumbir a um excelente golo de Poborsky, com culpas para defesa portuguesa, Vítor Baía incluído.
O regresso a casa ficou marcado por comentários nem sempre agradáveis, sendo poucos aqueles que viram na equipa portuguesa uma das oito melhores da Europa. Os adeptos nacionais facilmente passaram do oitenta - o título europeu era uma miragem tida como possível - para oito, criticando jogadores e treinadores por isto e por mais aquilo, revelando, de novo uns milhões de técnicos... de sofá.
A verdade é que os portugueses, senhores de excelente técnica, entraram frequentemente num futebol estéril, sem remates, e logo sem golos (os 3 marcados à Croácia foram um «engano d'alma ledo e cego» que os checos cedo fizeram esquecer...) que, mais tarde ou mais cedo daria no que deu: a equipa portuguesa não soube resistir ao contra-ataque checo e depois, a perder por 1-0, não conseguiu "dar a volta" e recuperar o domínio do jogo e, sobretudo, não obteve um só golo que fosse.
Fiquemo-nos pelo positivo: a equipa de Baía, Couto, Figo, Paulo Sousa, João Pinto, Rui Costa, Sá Pinto, Domingos, e outros mostrou que pode ir mais longe; mas, estar entre as oito melhores é algo que deve ser salientado e devidamente apreciado.
Ganharam, entaõ, os alemães, uma equipa sóbria, concentrada, possante e capaz de resistir ao desalento. Na final, frente aos checos, os alemães souberam chegar ao empate e, depois, gerindo bem os seus trunfos, conseguiram o golo da vitória. Curiosamemte marcado por um "suplente", um jogador frio, concentrado e com grande capacidade de finalização de lances. Um jogador lançado no terreno na hora própria por Vogts e cujo nome será recordado como o "herói" de Wembley. Bierhoff, de seu nome.
Pelo caminho haviam ficado a Itália,
a Rússia, a Holanda, a Inglaterra, a Croácia, a
França... todas grandes equipas que, no entanto, viram
as suas ambições deitadas por terra e não
chegaram à final de Wembley.
À margem do futebol
Nâo passaram despercebidos alguns factos ocorridos fora dos relvados deste Europeu.
Antes de mais a segurança montada pela polícia inglesa foi totalmente eficaz dentro dos estádios. Algumas cenas de pancadaria em plena rua foram quase insignificantes se compradas com o que vai por esse mundo. Apesar dos litros de cerveja ingeridos, os adeptos, em geral, souberam estar no espectáculo, dando-lhe um colorido impressionate. Relevo para os holandeses tidos como os que mais «fair paly» revelaram.
Menos «fair play» revelou o líder da direita francesa, Jean Marie Le Pen, que veio a público criticar, com laivos evidentes de xenofobia, o facto de a selecção francesa, ser constituida por vários jogadores oriundos de familias de emigrantes, vários deles negros. Nem a boa campanha da equipa gaulesa evitou este «arroto» xenófobo que não prestigia ninguém. Lamentavel...
Muito mais inteligentes e dignos de
respeito foram os treinadores inglês, Terry Venables, e
alemão, Berti Vogts. Pressionados pela insolente campanha
de insulto aos alemães levada a cabo pelos conhecidos jornais
britânicos, os "tablóides" onde só
o escândalo vende papel, Venables e Vogst, através
das declarações que fizeram à Comunicação
Social, deram públicas lições de serenidade,
de respeito e de apreço pelo adversário. Ao «Surrender!»
(Rendam-se!) desses jornais responderam os alemães com
um belo triunfo sobre os ingleses, demonstrando dentro de campo
que é possível a convivência pacífica
entre povos há bem pouco inimigos no teatro de guerra.
Jogos Olímpicos
Dentro de dias iniciam-se em Atlanta,
EUA, os Jogos Olímpicos. A mais numerosa comitiva portuguesa
de sempre - mais de 100 atletas - vai estar presente. A espernça
de uma medalha vem do atletismo e, quem sabe, da equipa de futebol.
Fernanda Ribeiro, a campeã do F. C. Porto, será
a porta-bandeiar do grupo português; dela se espera que
regersse com mais um triunfo.
| B. Chamusca |
| Início |
O Departamentro Som e Imagem é uma escola com vocação artística e que utlizará os mais modernos meios de colheita e de manipulação do som e imagem em ordem à expressão artística. No ano de 1996/97 estão previstas pós-graduações em Artes Digitais e Argumento, cursos de especialização que terão a duração de três semestres. Haverá ainda cursos de formação profissional em regime pós-laboral para profissionais de Luz, Câmara, Vídeo e Filme, Software, Multimédia, Produção, Produção Artística, Direcção de Estúdio, Efeitos Especiais, Programação para WWW. Os futuros Mestrados, com duração de dois anos, terão especializações em Ates do Som, Artes da Imagem/TV, Artes Digitais e Artes Argumento.
Os candidatos deverão ter já uma licenciatura e submeter-se a uma entrevista de avaliação em inglês e artes visuais.
O Departamento de Arte articula a formação artística de nível universitário mas com vertente criativa e enriquecedora para a comunidade.Neste contexto aparecerá no próximo ano lectivo o curso de pós-graduação em Arte Sacra, para responder às necessidades de formação de pessoal altamente qualificado capaz de dedicar-se à defesa do nosso património. O futuro Mestrado com a duração de dois anos terá os três primeiros semestres em comum com a pós-graduação.
Os candidatos deverão ser licenciados numa das áreas: arquitectura, História/História da Arte; História/Arqueologia; Ciências Históricas/Património; História; Artes Plásticas. Será exigido o domínio de dois idiomas: Inglês, Francês, Alemão, Italiano, Espanhol). Uma entreviosta avaliará os conhecimentos no âmbito da História da Arte Geral e da Arte Portuguesa.
Informações: Escola das Artes, UCP, R. Diogo Botelho, 1327, 4150 Porto; Tel. 7170666, Fax 6101618.
| Início |
| Primeira Página | Página Seguinte |