Tal espírito deve ser desenvolvido nas comunidades, sobretudo em favor dos mais necessitados e marginalizados, como lembrou D. António Marques, bispo de Santarém e presidente da Comissão Episcopal da Acção Social e Caritativa, a quem compete a organização da Semana. Além da universalidade da segurança social e do tradicional apoio da Igreja em situações de carência, esteve em reflexão a especial atenção aos pobres e o rendimento mínimo garantido. E foi dito que a Igreja deve estar atenta aos problemas e ser interpelativa.
O Eng. Bruto da Costa assinalou que «um dos caminhos indispensáveis para dar alma a este país, à Europa e ao mundo é o caminho da solidariedade... de uma solidariedade que vá ao fundo do coração de cada um e ao fundo dos problemas dos homens e mulheres do nosso tempo». A Drª Eduarda Ribeiro lembrou que o sistema neoliberal da Europa precisa de ser repensado
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