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Durante a cerimónia, D. José Pedreira, bispo auxiliar do Porto, lembrou que «os filhos da pátria portuguesa tem motivos acrescidos» para reverenciar Nossa Senhora dada «a sua intervenção tutelar desde o nascimento da nacionalidade, nos momentos mais aflitivos».
Os fiéis, vindos das 12 freguesias do concelho, aguentaram firme, em pé, muitos com crianças ou com a idade a pesar, já que não havia possibilidade de fazer sentar as centenas de pessoas que acorreram ao local.
Perante esta prova de devoção, D. José não deixou referir que a idolatria da razão e a laicização da vida que se vive actualmente são as principais causas da «proliferação de fenómenos pseudo-religiosos e de seitas» e que a melhor forma de travar tal situação mais não será do que uma vivência consciente e esclarecida da fé.
D. José lembrou ainda que Nossa Senhora, um «modelo de virtudes», ocupa, depois de Cristo, a posição mais elevada, pelo que surge como «um caminho para Deus Pai».
Seguidamente, as 12 paróquias do concelho fizeram uma oferta simbólica do seu trabalho à Virgem e, antes de sair a procissão de andores para a capela do Monte Crasto, D. José renovou a coroação da Senhora do Rosário de Fátima.
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O Grupo de Jovens «Gaudium et Spes» (Alegria e Esperança), constituído por jovens de Senhora Aparecida, juntamente com o seu pároco, P. José Araújo, realizaram no dia 12 de Agosto um encontro de estudantes universitários. Pela primeira vez os universitários das localidades de Senhora Aparecida, S. João de Aião e Cernadelo puderam conviver e reflectir sobre questões que actualmente preocupam os estudantes universitários cristãos.
O tema deste encontro - «Presença da Igreja na Universidade e na cultura universitária» - , foi ordenado pelo padre António Bacelar, director do Secretariado diocesano da Pastoral universitária.
Após um momento de reflexão e discussão, em que todos puderam expor a sua opinião sobre a presença dos católicos na Universidade e o modo como vivem a Fé nesse ambiente, o encontro terminou com, um jantar para todos. No fim ficou a certeza de que este foi o começo de uma iniciativa que vai ter continuidade.
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A iniciativa foi, há cinquenta anos, do Prof. da Universidade de Coimbra, Padre Doutor Sebastião Cruz, mas nestes últimos anos assumiu um incremento acelerado sob a orientação e dinamismo do Pároco, P.e Armindo da Silva Gomes.
Foi aí benzido, há alguns meses, por D. Gilberto Canavarro, Bispo auxiliar do Porto, o novo Templo da Senhora da Alegria, amplo, bem estruturado e belo.
Outra obra de vulto foi conseguida com a colocação de uma monumental estátua da Senhora da Alegria (3, 60m.) no ponto mais alto do referido monte. Esta imagem foi pensada para aquele local para ser um apelo espiritual a todas as freguesias das redondezas que a enxergam e para ser como que um sorriso da Mãe da Alegria a este mundo materializado e entristecido pelos desvarios humanos.
Para além da respectiva iluminação, foi construída uma alameda em cubos e um escadório de acesso. Vai seguir-se a jardinagem e florestação apropriada do Monte.
Na festa de São Gens, em 1 de Setembro, o Pároco manifestou o seu agradecimento a todos quantos têm contribuído com o seu trabalho árduo e gratuito e com os seus donativos (alguns muito avultados) para a realização deste empreendimento que custou já dez milhões de escudos.
Todos os domingos, pelas 17 horas, é celebrada a Eucaristia no templo da Senhora da Alegria, sempre repleto de fiéis, sobretudo peregrinos e turistas.
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Presidiu, como habitualmente, D. Serafim Ferreira e Silva, Bispo de Leiria-Fátima, estando presentes 25 padres. O número costuma ser mais elevado, mas a morte de alguns e as actividades pastorais de outros não permitiram maior presença.
Antes da concelebração eucarística, D. Serafim dirigiu uma interessante reflexão sobre a vida da Igreja, o simpósio «Padres para o nosso tempo», vocações consagradas e dificuldades e preocupações pastorais dos sacerdotes.
Seguiu-se a celebração da Eucaristia, com uma homilia oportuna e estimulante para as várias gerações presentes.
No almoço, foram apresentadas sugestões, trocaram-se informações de interesse, actualizaram-se endereços, sobretudo dos que exercem actividades missionárias noutros continentes.
Resolveram-se problemas, apontaram-se soluções, e estimulou-se reciprocamente o entusiasmo para prosseguir a reenvangelização na missão confiada a cada um.
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O entusiasmo e a partilha de experiências de vida entre todos foi uma constante. O lema desta semana, «Crescer em Fraternidade - Uma Aventura», significou uma descoberta de si próprio e do outro, e a vivência do espírito do Movimento fez despertar nas pessoas novas capacidades tendo, cada um, segundo as suas possibilidades, participado nas tarefas da vida diária. E estas férias foram o ponto de partida para novas aventuras.
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