Preparando este encontro, os bispos húngaros publicaram uma carta pastoral salientando que iria ser ocasião de um testemunho de Fé perante o mundo demonstrando que o povo húngaro não vive na indiferença mas tem consciência da sua missão na sociedade. E, de facto, em recente inquérito, 65 por cento das pessoas disseram ser católicas, o Governo tem
restituído à Igreja alguns bens que o regime comunista lhe tirara e, ainda que com dificuldade, as escolas católicas têm-se mantido sem o apoio do Estado. Há pouco tempo, os católicos, juntamente com os protestantes, contestaram uma lei que coloca as confissões religiosas tradicionais em pé de igualdade com as novas seitas.
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