Até à Jornada de Abril, os grupos de revisão de vida da Acção Católica vão descobrir os sinais da presença/ausência de Jesus Cristo na sociedade e na cultura de hoje, tentando identificar as realidades, ambientes, circunstâncias, estruturas e formas de vida em que se manifesta essa presença ou ausência. Seguidamente, procurarão descobrir os princípios que devem orientar os cristãos no seu comportamento social, profissional e político, para poderem levar ao mundo os sinais da mensagem evangélica; e também propor formas de actuação que possam, em circunstâncias concretas, ser sinal evangélico. Os militantes da Acção Católica cuidarão ainda de analisar a sua própria forma de estar e de agir na família, na escola, no trabalho, no lazer ou nas actividades de cada dia. Em revisão será passado o comportamento das equipas e propostas novas formas de actuação, como resposta evangélica às mais urgentes necessidades de cada meio.
Se o Papa aponta «a conversão» dos cristãos e da Igreja como perspectiva para o Jubileu, entende o Conselho da Acção Católica será bem oportuno que cristãos, grupos e comunidades, para além de se perguntarem em que crêem, se questionem, com verdade, sobre o que fazem. E daí surgirá, certamente, a resposta para o facto do «continente cristão», a Europa, ser também aquele que parece mais se ir afastando da mensagem cristã.
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