15.º DOMINGO TEMPO COMUM
14 de Julho
Leitura do Livro de Isaías
Is 55, 10-11
Eis o que diz o Senhor: «Assim como a chuva
e a neve que descem do céu não voltam parar lá
sem terem regado a terra, sem a terem fecundado e feito produzir,
para que dê a semente ao semeador e o pão para comer,
assim a palavra que sai da minha boca não volta sem ter
produzido o seu efeito, sem ter cumprido a minha vontade, sem
ter realizado a sua missão».
Salmo Responsorial Sal
64
A semente caiu em boa terra e deu muito fruto.
Visitastes a terra e a regastes,
enchendo-a de fertilidade.
As fontes do céu transbordam em água
e fazeis brotar o trigo.
Assim preparais a terra;
regais os seus sulcos e aplanais as leivas,
Vós a inundais de chuva
e abençoais as sementes.
Coroastes o ano com os vossos benefícios,
por onde passastes brotou a abundância.
Vicejam as pastagens do deserto
e os outeiros vestem-se de festa.
Os prados cobrem-se de rebanhos
e os vales enchem-se de trigo.
Tudo canta e grita de alegria.
Leitura da Epístola do apóstolo
S. Paulo
aos Romanos Rom 8, 18-23
Irmãos: Eu penso que os sofrimentos do tempo
presente não têm comparação com a glória
que se há-de manifestar em nós. Na verdade, as criaturas
esperam ansiosamente a revelação dos filhos de Deus.
Elas estão sujeitas à vã situação
do mundo, não por sua vontade, mas por vontade d'Aquele
que as submeteu, com a esperança de que as mesmas criaturas
sejam também libertadas da corrupção que
escraviza, para receberem a gloriosa liberdade dos filhos de Deus.
Sabemos que toda a criatura geme ainda agora e sofre as dores
da maternidade. E não só ela, mas também
nós, que possuímos as primícias do Espírito,
gememos interiormente, esperando a adopção filial
e a libertação do nosso corpo.
Aleluia. Aleluia.
A semente é a palavra de Deus e o semeador é Cristo.
Quem O encontra viverá eternamente.
Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo
segundo S. Mateus Mt
13, 1-9
Naquele dia, Jesus saiu de casa e foi sentar-se à beira-mar. Reuniu-se à sua volta tão grande multidão que teve de subir para um barco e sentar-Se, enquanto a multidão ficava na margem. Disse muitas coisas em parábolas, nestes termos: «Saiu o semeador a semear. Quando semeava, caíram algumas sementes ao longo do caminho: vieram as aves e comeram-nas. Outras caíram em sítios pedregosos, onde não havia muita terra, e logo nasceram porque a terra era pouco profunda; mas depois de nascer o sol, queimaram-se e secaram, por não terem raiz. Outras caíram entre espinhos e os espíritos cresceram e afogaram-nas. Outras caíram em boa terra e deram fruto: umas, cem; outras, sessenta; outras, trinta por um. Quem tem ouvidos oiça».
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