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Dirigindo-se ao povo alemão agora unido, mas também a toda a Europa, João Paulo II denunciou «o cruel rosto do comunismo» que não admite a liberdade e lembrou todos aqueles - e tantos são! - a quem ainda é negado o direito à auto-determinação.
Junto da porta de Brandeburgo saudou
as autoridades, particularmente Helmut Khol, «principal artífice
da unidade recentemente estabelecida» e que permitiu restituir
à liberdade 17 milhões de alemães. Manifestou
também a sua satisfação por poder encontrar-se
com tantos que suportaram, ao longo de dezenas de anos, a divisão
da sua cidade, «mantendo um profundo sentido de solidariedade
e de afecto, e fazendo a experiência de que a força
da violência dos muros e do arame farpado... não
consegue dilacerar o coração das pessoas».
E lembrou o valor simbólico dessa Porta que, de cenário
imponente para os nacional-socialistas se tornou muro de divisão
levantado pelos comunistas. E dali João Paulo II lançou
aos alemães e à Europa «um urgente apelo em
favor da liberdade». E fez apelo aos artistas e cientistas
para que usem os seus talentos na construção de
uma civilização assente nos valores universais da
paz, da solidariedade, da justiça e da liberdade, pois
a Europa tem necessidade de «janelas abertas através
das quais possa entrar o espírito de Paz e de liberdade».
Lutero
João Paulo II fez depois um vivo apelo à unidade dos cristãos que há-de ser fruto de uma nova evangelização: «Como Bispo de Roma considero uma das prioridades pastorais a eliminação da divisão da cristandade». E, nesse contexto, referiu-se a Martinho Lutero falecido há 450 anos e à sua obra de reformador, acrescentando que hoje é possível ser muito mais justo em relação a ele. E lembrou com apreço o diálogo que tem havido entre católicos e luteranos e que tem permitido superar antigas polémicas e «a aproximação de uma visão comum».
Disse depois que «todos temos culpas»
na divisão e por isso todos devem acolher os apelos de
Lutero em ordem à penitência e à renovação,
uma vez que «todos somos chamados à penitência
e todos temos necessidade de nos purificarmos cada vez mais, no
Senhor». Acrescentou, para além disso, que, mais
do que nunca, «é importante que todos os cristãos
enriqueçam a vida espiritual da Europa com os seus dons
e carismas particulares de modo que cada um possa aprender com
a riqueza do outro». E concluiu que a comunidade protestante
«enriqueceu toda a cristandade» não apenas no
canto e na música mas também na reflexão
teológica.
Os judeus
João Paulo II evocou dois padres recentemente beatificados que se opuseram ao nazismo com o sacrifício da própria vida: Karl Leisner e Bernhard Lichtenberg. Perante todas as ameaças, eles souberam encarar «o olhar límpido de Deus», tendo sido condenados por rezarem «pelos hebreus, pelos detidos nos campos de concentração, pelos moribundos e pelos combatentes de ambas as facções». Lembrou ainda outras figuras que se distinguiram no apoio aos judeus como Margarete Sommer, o Bispo de Berlim, Konrad von Preysing e Maria Tewiel.
João Paulo II anunciou em Berlim
a convocação de um Sínodo Extraordinário
dos Bispos para a Europa: «Desta famosa cidade de Berlim,
que viveu de modo particular o destino da história europeia
deste século, desejaria anunciar a toda a Igreja, a minha
intenção de convocar uma segunda Assembleia Extraordinária
do Sínodo dos Bispos para a Europa. Ela deverá ocupar-se
da preparação do Grande Jubileu do Ano 2000».
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Esta forma de lazer aproxima as pessoas e os povos; favorece o encontro com a natureza; abre-nos o desconhecido, ao Transcendente; é ocasião para descontrair e para viver a gratuidade, tudo isto acrescido com o contributo valioso para o emprego das pessoas e o aumento da riqueza do País.
Todavia, estes e outros frutos, são, às vezes, manchados pelo desrespeito para com as pessoas e culturas visitadas; pela exploração de trabalhadores desta área; pelo abuso sexual; que chega a atingir crianças; pela devastação da natureza e acidentes de viação; pela redução a um 'viajar corporal' sem a conformidade 'peregrinação', .... e ainda pelo escândalo dos que não têm férias, porque nem sequer têm emprego.
O tempo dedicado ao turismo, como todo o tempo, não é nem pode ser tempo perdido para a humanização da pessoa. É tempo para Viver, tempo de salvação. Mas é também tempo para ser salvo.
Cada pessoa saberá interrogar-se sobre o sentido deste período de repouso, e sobre o lugar dele na sua humanização e na do mundo. No entanto, educar e criar condições para que o tempo do turismo não seja tempo vago ou - o que seria pior-prejudicial, é tarefa de todos; dos turistas e dos visitados; dos trabalhadores e dos empresários desta indústria; das autarquias e do Governo; dos serviços diocesanos e de todos os cristãos; das escolas e dos pais...
O serviço da Pastoral do Turismo e dos Tempos Livres dependente da Comissão Episcopal das Migrações e Turismo da Igreja Católica, com a aproximação das férias (época alta de turismo de praia, de termas, cultura..):
- Congratula-se com o dom do tempo livre e com todos os que vão gozar férias, desejando que regressem mais felizes;
- Denuncia a sorte de quem, injustamente, não goza deste direito;
- Promete continuar o esforço ao serviço do desenvolvimento, para que estes direitos tenham realização entre nós;
- Saúda as pessoas e instituições ligadas ao Turismo e incita-as a criarem condições favoráveis à sua plena valorização;
- Exorta as comunidades cristãs a contribuírem para que os seus membros, como turistas ou como visitados, vejam no turismo uma ocasião de encontro do Homem consigo, com os outros e com Deus;
- Exorta ainda cada cristão e cada família cristã a que, na vivência do tempo livre, mesmo de um fim-de-semana, nem descurem a oração nem esqueçam que, em toda a parte, são templos de Deus, membros da Igreja e testemunhas, diante de todos, das obras e palavras de Jesus e da Vida Nova que nasce do encontro com Jesus Ressuscitado.
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"Oferece o perdão, recebe a Paz - João Paulo II apontou já o tema para o Dia Mundial da Paz, a celebrar no dia 1 de Janeiro do próximo ano.
A Nota do Vaticano que o divulga para conhecimento dos fiéis cristãos e de todos os homens de boa vontade, salienta que se dirige especialmente a todos os que sofreram ou ainda sofrem conflitos de toda a espécie, encorajando-os a perseverarem sem desanimar no árduo caminho da paz, sabendo que ele passa necessariamente pelo perdão.
Isto não quer dizer que deva esconder-se ou minimizar as dificuldades do caminho da Paz, que põe em confronto indivíduos, comunidades e nações. A guerra destrói ou enfraquece todas as relações sociais e, assim, o calar das armas não chega, por si só, para restabelecer uma convivência harmoniosa. Depois disso, muitas vezes, continuam abertas profundas chagas infligidas às famílias e a povos inteiros, e tantas vezes bem íntimos desejos de vingança.
Mas como será possível conviver em paz, sem um perdão recíproco? E como conseguir perdoar verdadeiramente, depois de tantas atrocidades? Em última análise, só em Deus poderá encontrar-se a resposta, Ele que nunca deixa de perdoar. sabem os cristãos que por Cristo, Deus oferece a todos a possibilidade de uma verdadeira reconciliação. E por isso o perdão começa por ser oferecido e, sendo aceite, abre-se um caminho que deve ser percorrido em conjunto, vencendo os tortuosos caminhos da história, na perspectiva de tempos novos de arrependimento e de perdão. Este processo será longo e por vezes árduo, mas é o único que pode comnduzir a uma verdadeira Paz.
Entretanto, no plano político
e social, a reconciliação não pode prescindir
da verdade, pelo que não se pode permanecer em silêncio
perante crimes hediondos como os massacres de inocentes, deportações
de povos e tantas outras formas de violência. No entanto,
é indispensável rejeitar com energia todas as formas
de vingança. Estas são sempre maneiras camufladas
de prolongar a guerra.
1997: "Vinde benditos... porque era forasteiro e Me acolheste".
No âmbito da preparação
do grande Jubileu, este ano é consagrado a Cristo Verbo
do Pai. E à Fé em Cristo, o que exige
testemunho concreto, pois sem obras é morta. Este tema
pretende dar resposta concreta à Conferência «Habitat
II».
1998: "Vinde benditos... porque era pobre, marginalizado e me acolheste".
Este ano é dedicado ao Espírito
Santo, evidenciando de modo particular a virtude da Esperança.
A finalidade deste tema é convidar a comunidade cristã
a ser testemunha de Esperança, restituindo com obras concretas
a esperança aos marginalizados, e fazendo crescer na mesma
comunidade o amor preferencial pelos pobres.
1999: "Vinde benditos...ao banquete que vos preparei".
Este ano é consagrado a Deus
Pai e exalta a virtude da Caridade, que tudo pode.
Cheios do amor do Pai saberemos reconhecer-nos irmãos e,
com o testemunho concreto da Caridade, poderemos dirigir-nos a
Deus com a invocação «Abba, Pai».
2000: "Não temais! Estarei convosco até à consumação dos séculos".
Os seguidores de Cristo, Redentor, não
devem esmorecer perente os desafios deste tempo. Fortalecidos
pela Sua promessa, saibam dar testemunho corajoso de Caridade
em favor dos mais necessitados.
CROÁCIA
Renovação
Com o fim da guerra, a Igreja entrou num novo período da vida civil e eclesiástica, o que levou os bispos há dias reunidos em Zagreb, sob a presidência do Cardeal Franjo Kuharie, a apontar como necessária uma profunda reforma.
Depois de enaltecido o modo como os padres souberam estar, durante a guerra, junto dos desalojados e refugiados, foi dito que eles agora sobrecarregados com tarefas, como o ensino da religião nas escolas, as visitas aos hospitais e prisões e, sobretudo, com actividades com os jovens e nos meios de comunicação. Impõe-se, disseram os bispos, uma melhor distribuição de agentes pastorais, dentro de cada diocese e mesmo em todo o território.
Ao poder político, pediram o maior empenho em favor do bem comum, uma legislação mais justa e uma justiça isenta, e um comportamento responsável por parte das autoridades. Conscientes de que a reforma moral e espiritual deve acompanhar a reforma económica e educativa, os bispos recomendam um diálogo sincero e aberto, o respeito dos direitos humanos e a mútua estima dos cidadãos e do Estado.
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No Domingo
7,45 horas: Senhora da Ajuda.
8 horas: Lordelo (c), Antas, Senhora da Conceição (Carvalhido), Almas, Areosa, Capela de N.ª Sr.ª da Saúde (Bonfim), N.ª Sr.ª do Calvário (capela), Congregados, S. Bento da Vitória, S. Pedro de Azevedo (Convento).
8,30 horas: Amial, Ramalde, Vilarinha (Aldoar) (b), Bonfim, Campanhã, Senhora da Esperança (St. Ildefonso), Paranhos, Senhora da Conceição, Carmelitas.
9 horas: S. João Novo, Cristo-Rei, Nevogilde, Sant' Ana (Lordelo), Santa Anastácia (Foz), Senhora da Ajuda (capela), Capela de Santo António de Contumil, Areosa (Centro Social de S. João de Deus (a) e Hospital do Semide), Bonfim (Instituto do C. Doloroso de Maria e Hospital Joaquim Urbano), Lapa, Sé Catedral, Misericórdia, Cedofeita, Senhora de Fátima (Cedofeita), Congregados, Trindade, Almas, Senhora dos Anjos (Cedofeita), Ramada Alta (Cedofeita), Monte Pedral (Carvalhido), SS. Sacramento, Freiras Carmelitas (Boavista), Massarelos.
9,15 horas: Paranhos (capela da Senhora da Saúde em Campolindo), S. Pedro de Azevedo.
9,30 horas: Lordelo (b), Capela de S. Roque (Campanhã), N.ª Sr.ª do Calvário (capela da Paz), Carmo.
10 horas: Aldoar, Amial, Trindade, Almas, redentoristas (St. Ildefonso), Padres Carmelitas (Foz), Carmelitas, Ramalde, Senhora do Porto, Lapa, Senhora do Socorro, Carvalhido, Antas, Antas (capela de Belém), Areosa (a), Boavista, Francos (Boavista), Bonfim, Bonfim (capela de Nª Srª da Saúde, Colégio dos Órfãos), Paranhos, Senhora da Conceição, Capela de S. Crispim (Senhora da Conceição), Grilos (Sé), Oficina de S. José (Sé), Cedofeita, Congregados, Santo Ildefonso, S. Nicolau, Vitória, Vilar (SS. Sacramento).
10.30 horas: Foz, S. Paulo do Viso (Senhora do Porto), Senhora dos Anjos (Cedofeita), Montebelo (Bonfim), Miragaia, Clérigos, SS. Sacramento, Campanhã, S. Pedro de Azevedo (Convento).
11 horas: Cristo-Rei, Lordelo, Nevogilde, Cedofeita, Lapa, Senhora de Fátima (Cedofeita), Senhora da Conceição (Carvalhido), Calvário (Carvalhido), Boa Nova (SS. Sacramento), Boavista, S. Bento da Vitória, Carmelitas, Terço (Sé), Sé, Congregados, Trindade, Almas, Fradelos (St. Ildefonso), Salesianos, Redentoristas (St. Ildefonso), Antas, S. João de Deus (Areosa), Bonfim, S. Roque (Campanhã) (o), Calvário (Pavilhão), Paranhos, Senhora da Conceição.
11,15 horas: Senhora da Ajuda, Senhora da Esperança (St. Ildefonso).
11,30 horas: Amial, Padres Carmelitas(Foz), Carmo, Misericórdia, Bonfim (capela de N.ª Sr.ª da Saúde e Colégio dos Órfãos).
12 horas: Aldoar, Amial (capela), Cristo Rei, Ramalde, Senhora da Luz (Nevogilde), Senhora do Porto, Antas, Colégio das Escravas do Sagrado Coração de Jesus (Antas), Areosa, capela de S. Roque (Campanhã) (o), Paranhos, Capela de S. Crispim (Senhora da Conceição), Senhora da Conceição, Lapa, Carvalhido, St. Ildefonso, SS. Sacramento, Boavista, Cedofeita, S. Nicolau, Clérigos, Carmelitas, Congregados, Almas, Redentoristas (St. Ildefonso), Trindade.
12,15 horas: Senhora de Fátima (Cedofeita).
12,30 horas: Padres Carmelitas (b) (Foz), Bonfim, Carmo.
13 horas: Cristo-Rei (b), Lapa, Boavista, Trindade.
16 horas: Carmelitas.
17 horas: Trindade.
18 horas: Bonfim (Casa Salesiana da Imaculada Conceição), Trindade.
18,15 horas: Lapa.
18,30 horas: Lordelo (b), Cedofeita (Românica), alemão, Carvalhido, Redentoristas (Sto Ildefonso); 19 horas: Antas, Areosa, Aldoar, Amial, Boavista, Cristo-Rei, Foz, Padres Carmelitas (Foz), Bonfim, Paranhos, Senhora da Conceição, N.ª S.ª de Fátima (Cedofeita), Senhora da Ajuda(b), N. S.ª dos Anjos(Cedofeita), SS. Sacramento, Congregados, Santo Ildefonso, Trindade, Vilar (SS. Sacramento).
19,15 horas: Senhora da Luz (Nevogilde), Carmelitas, Almas.
19,30 horas: Lapa e Cedofeita.
20,15 horas: Lapa.
21,30 horas: Cristo-Rei
(c), Senhora da Conceição, Cedofeita, Clérigos.
Nos dias de semana
Às 7,30 horas: Bonfim (Instituto do
C. Doloroso de Maria), Lapa, Salesianos; às 8 horas:
Congregados, Cristo-Rei, Padres Carmelitas(b) (Foz), Bonfim (capela
de Nª Srª da Saúde), Senhora da Conceição
(Carvalhido), Carmelo, Clérigos, Carmelitas, Trindade,
Almas, Antas, Areosa, S. Pedro de Azevedo (Convento), Senhora
dos Anjos (Cedofeita), Cedofeita, Senhora da Conceição;
às 8,15 horas: Fradelos; às 8,20 horas:
Senhora da Esperança (St. Ildefonso); 8,30 horas:
Congregados, Santa Anastácia (Foz), Senhora da Ajuda, Clérigos,
Areosa (capela de S. João de Deus) (h), Bonfim (capela
de N.ª S.ª da Saúde, N.ª Sr.ª do Calvário
(pavilhão), Paranhos, Carmo, Trindade, Capela de Crispim;
às 9 horas: S. João Novo, Carmo, Congregados,
Amial, Lordelo (c), Senhora do Porto, Capela N.ª Sr.ª
da Saúde (Bonfim) (i), Cedofeita, Trindade, Lapa, Senhora
de Fátima (Cedofeita), SS. Sacramento, St. Ildefonso, Campanhã,
Almas, Bonfim, Paranhos, Senhora da Conceição (capela
de Crispim); às 9,30 horas: Nevogilde, Bonfim (capela
de N.ª Sr.ª da Saúde) (i), Misericórdia,
Redentoristas (St. Ildefonso); às 10 horas: Lapa,
Senhora dos Anjos (Cedofeita), Carmo, Congregados, Trindade, Antas,
Almas, Senhora da Conceição; às 11
horas: Lapa, Carmo, Terço (Sé), Congregados, Trindade,
Almas; às 11,30 horas: Almas; às 12
horas: Cristo-Rei, Padres Carmelitas, Carmelitas, Antas; às
12,15 horas: Congregados, Trindade, Almas, Senhora de Fátima
(Cedofeita); às 12,30 horas: Boavista; às
16,30 horas: Almas; às 17 horas: Areosa (hospital
do Semide), Calvário (Carvalhido), Almas; às 18,00
horas: Monte Pedral (Carvalhido), S. Bento da Vitória,
St. Ildefonso, Congregados; às 18,15 horas: Bonfim
(capela de N.ª Sr.ª da Saúde) (h), Fradelos;
às 18,30 horas: S. Paulo do Viso (d), Colégio
dos Órfãos (Bonfim), Cedofeita, Senhor do Socorro,
Carvalhido, Vitória (g), Carmelitas, Almas; às 18,45
horas: Lordelo (b), Bonfim (capela de N.ª Sr.ª da Saúde)
(h); às 19 horas: Aldoar, Amial, Cristo-Rei, Foz,
Padres Carmelitas (Foz), Senhora dos Anjos (Cedofeita), SS. Sacramento,
Vilar (SS.Sacramento), Bonfim (capela de N.ª Sr.ª da
Saúde (g), Casa Salesiana da Imaculada Conceição
e Colégio Barão de Nova Sintra (j)(Bonfim), Capela
de S. Roque (Campanhã), N.ª Sr.ª do Calvário
(l), Paranhos, S. Pedro de Azevedo (m), Fradelos (St. Ildefonso),
Trindade, Boavista; às 19,15 horas: Congregados,
Nevogilde, Lapa, Clérigos, Capela de Senhora da Ajuda (capela)
(e), Antas, Almas, Redentoristas, Bonfim, Senhora da Conceição,
Sé; às 19,30 horas: Ramalde, Cedofeita, Miragaia
(d), Massarelos (e), São Nicolau (f), Areosa
Observações: a) Só nos períodos de Catequese; b) Excepto no Verão; c) Só no Verão; d) Só às 5ª-feiras; e) Só às 3ª-feiras; f) Só às 4ª. 6ª feiras; g) Só às 3.ª e 5.ª feiras; h) Excepto aos sábados; i) Só aos sábados; j) Só às 4.ª feiras; l) Às 2.ª e 4.ª feiras, na Capela do Calvário; às 3.ª, 5.ª e 6.ªfeiras, na Capela da Paz; m) Excepto às 2.ª feiras, e no Verão é às 19,30 horas; n) Em Julho e Agosto é às 18 horas; o) No mês de Agosto e 1º Domingo de Setembro é às 11,30 horas.
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Realizou-se no passado domingo, dia 30 de Junho, o XXI Encontro de Coros paroquiais da Vigararia de Matosinhos, que teve lugar na paróquia de Perafita. Como habitualmente, o encontro teve duas partes: a celebração litúrgica com a participação dos coros, e uma apresentação por cada um deles de uma cântico do seu repertório habitual. Participaram vinte coros, entre adultos e infantis, o que corresponde a cerca de meio milhar de membros, crianças, jovens e adultos, que se empenham na realização da música para as celebrações da Fé: Liturgia e acções devocionais.
Presidiu à celebração o senhor Bispo Auxiliar, D. José Augusto Pedreira, que dirigiu aos perticipantes algumas recomendações sobre o papel da música na liturgia, das quais destacamos: "A música e o canto na liturgia não são um fim em si mesmos.O seu objectivo não é o mero gozo estético dos sentidos; nem podem ser vistos apenas como espectáculo. A música e o canto estão ao serviço do mistério que se celebra, da acção ritual que o exprime e da Palavra anunciada e tornada presente na comunidade.
A celebração litúrgica não se reduz a mera oportunidade (pretexto) para fazer ouvir música sacra. Na celebração, a música e o canto são em si mesmo liturgia, oração de acção de graças e glorificação. Como vedes, não faz sentido convidar (ou assalariar) um qualquer grupo musical para vir "abrilhantar" a celebração litúrgica se ele está incapaz de celebrar o Mistériode Deus.
É que a música e o canto da celebração são sinal litúrgico, quero dizer, assumem a função de representação sonora do Mistério celebrado. Por isso mesmo, deve repeitar as diversas funções e os vários momentos rituais, promovendo a sua mais adequada expressão.
E mais adiante: "Compreende-se assim que só são evangelizadores a música e o canto que possuem o timbre da espiritualidade. Música e canto, evangelizados, penetrados pelo Espírito, tornam-se música e canto da celebração e instrumentos de evangelização".
A concluir, apelou à continuação do trabalho, aperfeiçoando técnica e liturgicamente a forma da participação nas celebrações.
Ao longo dos 21 anos de realização destes encontros, salientou o pároco da Perafita, Ãngelo Pinto, seu principal impulsionador, tem-se vindo a verificar um progressivo aperfeiçoamento quer técnico quer litúrgico dos diversos grupos. Há no entanto caminhos ainda a percorrer: mais adequada selecção de composições, maior ligação entre o celebrante e os coros e assembleias, maior sentido litúrgico na adequação dos textos e músicas. A música litúrgica não se destina a acompanhar a celebração mas a ser parte integrante dela.
A compreensão destes princípios conduzirá a uma melhor adequação da acção musical à acção de celebração da Fé.
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