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A nova Catedral da diocese de Bragança-Miranda teve na tarde de sábado a ordenação presbiteral de Luís Morais e diaconal de José Bento. Presidiu D. António Rafael, tendo sublinhado a relação entre estes novos padre e diácono e uma diocese que quer renovar-se contando para isso com o apoio de uma Catedral.
Mais de duas dezenas de padres vindos do Porto, de Vila Real e de Viseu associaram-se a esta festa diocesana em que podia ver-se muito povo da paróquia da Sé, a que pertence o novo padre, e do concelho de Freixo de Espada-à-Cinta, a terra do diácono José Bento.
No domingo,à tarde, foi a Missa Nova na igreja de S. João Baptista da Sé. Presentes uma dúzia de padres e uma multidão que encheu totalmente o templo que até agora servira como catedral. LISBOA
Face à ignorância de certos comentários e às informações menos correctas veiculadas pela comunicação social, o Patriarcado acaba de divulgar uma Nota de esclarecimento. Contrariamente ao que é dito, o terreno não foi dado pela Câmara, mas provém da permuta com outro, situado na Av. António Augusto Aguiar; a construção da Basílica só, recentemente, se tornou viável após a aprovação do Plano de Pormenor do Alto do Parque Eduardo VII; a qualidade do projecto deverá ser um templo que não desmereça da Cidade e da nobreza do lugar em que vai erguer-se, conforme foi salientado a 13 de Junho último.
O plano agora aprovado procura acentuar a dimensão global da formação permanente, destacando, igualmente, a vertente de formação na acção, através dos meios já existentes, concretamente, as reuniões de vigararia. Reforçando o papel do Vigário, estas reuniões deveriam aprofundar três vectores convergentes: orientação pastoral; formação permanente, e vida espiritual, congregando todos os padres que vivem na área da vigararia.
ÉVORA
A partir da análise do documento Formação Permanente do Clero, aprovado na sua globalidade, foi decidido avançar com a constituição de uma equipa dinamizadora da formação permanente nas suas múltiplas vertentes: bíblicas, espirituais, pastorais, teológicas e pastorais.
No contexto da reflexão feita
sobre a formação permanente e da superocupação
dos sacerdotes nos trabalhos pastorais, os conselheiros abordaram
a questão da institucionalização do Ano Sabático
na diocese. A ideia ainda numa fase inicial de discussão
foi bem acolhida pelos presentes, devendo voltar em próximas
reuniões de trabalho.
ALGARVE
Com capacidade para albergar mais de meio milhar de pessoas, a nova igreja disporá de diversas salas para trabalho pastoral, cartório notarial, biblioteca, arquivo, auditório e uma capela mortuária. O custo total da obra ultrapassará os 120 mil contos, estando prevista a comparticipação do Estado, autarquia e outras entidades, para além do contributo da comunidade paroquial.
A construção deste
novo templo vem substituir a velha capela de Nossa Senhora da
Graça erigida na Fortaleza de Sagres. Para além
de pequena, a localização da capela não é
a mais adequada face ao rumo que o crescimento da vila teve nos
últimos tempos.
Os professores de Educação Moral e Religiosa Católica (EMRC) encontraram-se, recentemente, por iniciativa do Secretariado Diocesano do Ensino da Igreja nas Escolas.
Foi uma oportunidade para fazer o balanço do trabalho realizado, por zonas pastorais, e analisar algumas das acções a levar a cabo em final de ano lectivo, concretamente, no período de matrículas. A propósito disto mesmo, foi definido um con junto de acções a desenvolver, desde o contacto com os alunos e encarregados de educação do 4º ano de escolaridade até à sensibilização de párocos, agentes pastorais, directores de turma e outros professores cristãos que trabalham nas escolas.
Também foi objecto de estudo
nesta reunião, o documento A Escola do bispo da diocese,
D. Manuel Madureira, que atenpadamente tinha sido enviado aos
professores.
FUNCHAL
Perante milhares de pessoas na Praça
do Município, no Funchal, o Bispo da Diocese disse ainda
que, como os nossos emigrantes quando bebem o vinho da sua terra
ou comem o pão que os seus familiares amassaram em sua
casa, têm a sensação que comem e bebem um
pedaço da sua pátria, assim quem come o Corpo de
Cristo e bebe do Seu sangue saboreia o alimento que veio do céu,
a casa que Deus construiu para nós. Em dia de Festa da
Eucaristia, D. Teodoro elogiou o papel dos Ministros Extraordinários
da Comunhão, afirmando que não é uma honra
que o Bispo concede a um cristão, mas um serviço
que pede a um membro activo, em favor dos demais.
MAIS INFORMA-SE
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Quando retirarmos da constituição
dogmática "Lumen Gentium" todas as consequências
canónicas e outras em relação ai primado
do Povo de Deus e ao mistério da Igreja onde os Leigos
têm tudo a ver com o que se faz e se diz na ecclesia
(o seu próprio ser e os seus princípios, meios
e fins), então desaparecerá, finalmente a confusão
e a identificação que têm gerado tanto mal-estar
entre os membros do Corpo de Cristo.
Quando os leigos acordarem e retomarem a dignidade
real que os Laicos lhes furtaram, e reassumirem o carácter
sacerdotal e eucarístico, crismal e baptismal, que os identifica
com o Cristo Jesus e que os Clérigos monopilizaram, então
teremos, seremos, Povo de Deus reunido, ecclesia,
e o primado nunca mais andará de mão e mão:
a Igreja, a ecclesia, sem mordomias, sem patronos, patrões
e paternalismo, reencontrará o pleno sentido e significação,
com o exercício efectivo da corresponsabilidade
que o concílio Vaticano II formulou.
As ordens, do Episcopado, Presbiterado,
do diaconado, e outras que a Igreja tiver criado, assim com a
função que preside na Cadeira-de-Pedro ao Colégio
que sucedeu aos Apóstolos, reentrarão na ordem da
Comunhão dos Santos: os sucessores dos Apóstolos
não serão mais do que os Apóstolos foram,
lhes bastará ser como eles, eles que foram como Jesus com
quem se identifica o mais pequeno dos Católicos que são
Cristãos, dos Cristãos que são Discípulos
que são Irmãos!
Não será uma revolução,
mas uma evolução imparável que retoma o sentido
de Fontes. Toda e qualquer renovação na Igreja,
à semelhança do que se passa com a Vida, processa-se
pelas vidas da Evolução, e não pela revolução
que é rápida, mas cismática, ineficaz e
inútil. O regresso às Fontes, sem regressões,
permanente, faz e renova o Rio-da-Vida visionado por Ezequiel
e futurizado por João. Sem as Fontes, o Rio rapidamente
se torna um esgoto. O aceleramento da História faz-se no
sentido da edificação da Cidade de Deus, a Nova
terra sob Novos Céus, a terra que será dos Mansos.
Não foi primeiro o porteiro que se tornou
dono da casa. Não, no princípio não foi o
Papismo. No princípio foi o Laicismo, desde Constantino
e desde Carlos Magno. Pode haver o perigo, mas não será
agora que o Episcopalismo, muito menos o Presbiterianismo, vai
reinar como acontece com certas Igrejas saídas da reforma.
O Vaticano II vai remediar as suas insuficiências num Vaticano
III. Todas estas questões, como aconteceu com os primeiros
concílios ecuménicos, são demasiado grandes
para caberem num só concílio.
O povoda Nova Aliança
ao nível das instituições - ao nível
da Graça que animou os Santos nunca deixou da ser - reencontrará
e reassumirá a consciência da sua dignidade real
constitutiva, constitucional, que faz com que, em Reino de Deus
e segundo o ser da Igreja, o mais pequeno seja maior, conforme
a prática e o ensino dos Apóstolos de quem recebemos
as Fontes em que rodos bebemos. Ao Papa e aos Bispos basta que
sejam como eles, e nunca pretendam ser mais do que eles foram,
serviço de Cristo, ao serviço do Povo Sacerdotal.
Há uma hierarquia, mas as ordens
não são estanques. Pedro, apesar de ter a chave,
nunca pretendeu ser o dono da Casa. Nunca o ouvimos dizer: quero,
posso, e mando. Naquele primeiro concílio apostólico
em Jerusalém as vozes não se reduzem aos
Apóstolos, e o consenso foi muito largo, assim como o debate.
As ordens não são corporativas, mas orgânicas. Há um só corpo, Corpo de Cristo. E um só Espírito, da cabeça aos pés: "Mas o Espírito è o mesmo!" É na ecclesia, na Igreja, que as ordens têm sentido e significação. Os sucessores dos Apóstolos não podem ser mais do que os Apóstolos foram. E doze não foi um número fechado, antes um número de multiplicação. Doutra forma, Paulo e outros não teriam lugar.
| Leonel Oliveira |
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