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GUARDA
Realizou-se, dia 12, na cidade da Guarda, o II Encontro Diocesano do Professor Cristão. Os 400 docentes envolvidos neste encontro tiveram oportunidade de ouvir a explanação de alguns temas relacionados com a formação dos jovens, a educação para os valores e os desafios que se colocam, hoje em dia, à identidade cristã. Aproveitando este encontro, cerca de quatro dezenas de professores de EMRC do 2º, 3º ciclos e secundário debateram questões realcionadas com a sua área, como os temas de leccionação e a integração dos docentes de Moral no conjunto do sistema educativo. Um dos assuntos a merecer mais atenção foi a análise e a revisão do Decreto Lei 407/89 que diz respeito à profissionalização dos doecntes em causa. Foram tomadas algumas medidas, sendo de destacar o envio, a nível nacional de um telegrama ao ministro da Educação de todos os professores de EMRC pedindo a revisão do referido estatuto.
COIMBRA
Realizou-se, dia 11, a Festa diocesana das Famílias, uma organização dos vários movimentos e organismos da Diocese e que este ano teve por tema "O Filho dá mais vida à vida".Nesta 3ª edição da Festa da Família, muitos foram aqueles que se deslocaram ao Colégio Apostólico Imaculada Conceição, na quinta de Cernache. Depois do acolhimento inicial teve lugar a celebração da Eucaristia presidida por D. João Alves. Na homilia, o Bispo diocesano lembrou a diversidade de situações de degradação humana fruto da crise de valores por que passa a instituição familiar. Daí o apelo à estabilidade das famílias, como valor fundamental para a educação dos filhos. A parte de tarde foi preenchida por actividades musicais, destacando-se a participação de grupos ligados a comunidades paroquiais e movimentos eclesiais.
SETÚBAL
Palmela foi o local escohido para a celebração da jornada diocesana de adolescentes.Em dia primaveril, muitos foram os adolescentes que se associaram a esta jornada que contou com a participação do bispo diocesano, D. Manuel da Silva Martins. No Cine-Teatro local, primeiro local de encontro de todos, D. Manuel dirigiu aos 600 adolescentes palavras de entusiasmo, seguindo-se alguns momentos de oração. Depois foram momentos de reflexão orientada para Jesus Cristo, através da temática da Ecologia, como um desafio à comunhão entre todos e um apelo à relação saudável com o ambiente, às pessoas que nos rodeiam no nosso dia a dia e à família.
ÉVORA.
Os alunos inscritos na disciplina de Educação Moral e Religiosa Católica (EMRC), tiveram, dia seis, o seu encontro anual, este ano designado "Moral Évora" e integrado na preparação do Grande Jubileu do Ano 2000 com o tema "Jovens, com Jesus Cristo, único salvador".Mais de quatro mil alunos oriundos da maioria das escolas espalhadas pela área diocesana participaram neste encontro que deu uma animação especial às principais ruas da cidade. Logo de manhã, no pavilhão gimnodesportivo do Juventude Sport Clube, foi o encontro do bispo com os jovens participantes que, face a tantos jovens reunidos naquele espaço, não deixou de afirmar que "Deus está aqui !". Depois foi o tempo das actividades recreativas, com a orientação de professores convidados. Seguiu-se, mais tarde, a caminhada até à Sé Catedral, pelas principais ruas da cidade perante a admiração dos eborenses e turistas com tanta gente jovem reunida e a frequentar a disciplina de EMRC.. PeregrinaçãoMais de três mil fiéis participaram, no dia 17, na tradicional peregrinação diocesana, ao Santuário do Senhor Jesus da Piedade, em Elvas.Depois da concentração no lugar da feira, seguiu-se o cortejo até às portas do santuário onde seria celebrada a santa missa. Na ocasião, D. Maurílio de Gouveia falou da importância de do profundo significado do facto de os cristãos se juntarem para celebrar a sua fé.Em menos de uma semana duas actividades religiosas e sociais significativas que dão corpo ao trabalho pastoral que se se vai desenvolvendo Depois da concentração de milhares de jovens no sábado anterior, em Évora, foi a vez de Elvas acolher, uma semana depois, a peregrinação diocesana que envolveu milhares de pessoas.
FUNCHAL
No domingo de Pentecostes, D. Teodoro de Faria disse aos jovens que tinham de "ser rebeldes ao espírito do mal, ao espírito do mundo que está continuamente a fervilhar no meio de vós que vos atrai com as suas seduções, com a sua alegria externa".Na Eucaristia daquele dia, onde administrou o Crisma a vários jovens, o prelado lembrou que "o espírito do mundo moderno sabe apresentar o mal com vestes bonitas, que sabe apresentar alegria com formas capciosas, é difícil para os jovens saber distinguir um do outro". Para fazer face a situações de formação duvidosa, o bispo salientou a importância do desporto: "O Espírito de Deus também vos diz que é necessária a prática do Desporto". Mas uma organização desportiva que "cerceia todos os tempos livres dos jovens, tirando-lhes o tempo para a vida cristã ou para a vida familiar, está a cometer um exagero". E a concluir, o bispo lembrou que o desporto é essencial para a vida, mas a religião dos jovens "não pode ser o desporto".
| Pereira Pinto |
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O horror que na Igreja ganhámos ao verbo judaizar, entre os Primeiros Cristãos, ao tempo de ruptura com o velho regime da Lei, não deveria, como depois aconteceu, descambar em sentimentos anti-semitas. É verdade, é um facto histórico, que os judeus, desde a prisão de Saulo-Paulo até aos conflitos entre Bizâncio e os Persas e ao ataque armado contra populações de cristãos nas cidades do sul da Península Arábica, no século VI, cultivaram o ódio aos cristãos e tudo fizeram directa ou indirectamente para nos exterminar. Mas, da parte dos Cristãos, discípulos de Cristo, deveríamos imitar o nosso Mestre, e munca imitar os seus carrascos. Os cristãos, pelo facto de serem discípulos de quem são, são adversários e têm adversários, mas não são nem têm inimigos. E, se os têm, eles também são objecto de amor! Somos adversários, somos contra muita coisa, e os nossos contemporâneos e conterrâneos nem se dão conta do «perigo» que há em nós... iludidos pelo ar inofensivo com que aparecemos diante deste Século... Somos adversários de muita coisa, mas não somos contra ninguém. Exceptuando alguns integristas - cada um tem os seus! - não sonhamos com o poder político e social que já tivemos. Exceptuando alguns restauradores que tudo fazem para restituir à Igreja a sua velha influência e que, à falta de reinos cristãos, gostariam de em toda a parte instaurar democracias cristãs, podem os nossos adversários estar e ficar descansados que o Poder não nos tenta. Constantino não volta. Vaticano II fez-lhe o enterro. E os judeus podem voltar para Portugal, pois D. Manuel I já cá não manda. Nem ele, nem D. João III, nem D. Sebastião, nem o Marquês de Pombal... Os bispos ainda são dons, mas em Espanha qualquer um é dom. O horror ao verbo judaizar, este não o deveríamos perder, antes cultivar. Neste capítulo ainda temos muito que fazer, e não só em relação ao jejum...
Nas Igrejas ainda há muito, excessivo juridismo. O Vaticano II, que denunciou o vício juridista com um vigor que faz lembrar o autor da Carta aos Romanos, ainda não conseguiu lavar-nos completamente deste sarro velho como os judaizantes, que tantas vezes envenenaram a vida das Igrejas e que nunca perceberam a liberdade dos filhos de Deus.
Esta gente ainda não percebeu que o Cristo não veio fazer remendos. São todos uns chatos. Não há outra expressão para os classificar. Jesus comparou-os aos cachopos na praça nas suas brincadeiras que começam a rir e acabam a chorar, incapazes de levar a festa até ao fim. Essa gente ainda não percebeu que o Cristo Jesus nos fez passar definitivamente do regime da Lei ao regime da Graça, e que a Lei não justifica!... Então agora é a Anarquia? Não, não é a anarquia, pois cânones sempre os teremos, regras de vida comunitária sempre a fazer e sempre a rever, segundo as necessidades da vida das Igrejas, mas às quais nunca daremos um valor maior do que o valor que têm, pois em caso de conflito entre a lei e a liberdade, esta está primeiro: in dubio libertas! Coisa curiosa, apesar dos Jansenistas e até apesar de Pascal, o tuciorismo (a segurança da Lei) não venceu naqueles maus velhos tempos do século XVII em que as cabeças da Igreja estavam podres e reinavam os Sapatos-de-Cetim e, contudo, foi um século de Santos. Esta gente sempre acusou os Santos de laxismo. No fundo, são os mesmos que não entendem os anseios e as aspirações dos Modernos. Para eles todo o mundo é laxista. Foram estes mesmos que fizeram Francisco de Assis passar em sofrimento os últimos anos da sua vida, estes observantes...
A estes chatos, tê-los-emos
sempre connosco e, para os aturar, não bastará ter
um grande coração. Nesta nave, sem um bom estômago,
não nos aguentaremos. Estão sempre a inventar novas
dificuldades, novas exigências, obstáculos uns atrás
dos outros. Tudo complicam, nada simplificam. Têm o gosto
mórbido das dificuldades, cultivadores de cardos e de espinhos.
E, quando chegam a ter poder, fazem o inferno de muita gente,
dos que os aceitam ou têm que os aturar, e não podem
ou não têm a força da liberdade dos filhos
de Deus para se libertar do fermento-dos-fariseus. Os santos são
os únicos que lhes furam os esquemas e não lhes
alimentam o jogo...
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Os padres franciscanos estão a celebrar o 3º centenário do nascimento de santo Afonso Maria de Ligório, que nasceu em Marianella, na zona de Nápoles, Itália, em 27 de Setembro de 1696, de uma família nobre. Em 1723, sendo já advogado, abandona os tribunais e a espada de cavaleiro para se fazer franciscano, e em 1726 decide ordenar-se e ingressar no Oratório. Funda a Congregação dos Redentoristas em 1732, em Scala, e em 1762 é nomeado bispo de Santa Águeda dos Godos.
Incansável missionário, Santo Afonso escreveu 128 obras, sobretudo de Teologia Moral, mas também sobre Maria e o Santíssimo Sacramento. Morreu em Pagani, em 1 de Agosto de 1787, tendo sido canonizado em 1839, proclamado Doutor da Igreja em 1871 e Padroeiro dos Confessores e Moralistas em 1950.
Os Padres Redentoristas promovem no
dia 31 e em 1 de Junho a sua 45ª peregrinação
a Fátima, desta vez sob o lema: «Jesus Cristo, Único
Salvador», homenageando o Fundador e missionário que
tem a sua estátua sobre a colunata, do lado da capelinha
das Aparições. Participará também
a animadora de música religiosa Ir. Míria T.
K., brasileira que, de 23 a 30, vai preparar a peregrinação
na igreja dos Redentoristas, em Guimarães.
A Pia Baptismal da Sé Velha de
Coimbra, com cerca de 500 anos e fazendo parte do seu valioso
património estará na Expo-98, na sequência
do pedido que o Cardeal D. António Ribeiro fez ao Bispo
de Coimbra. A referida obra de arte, símbolo do período
de transição entre o Renascimento e o período
Manuelino, foi mandada fazer pelo então bispo de Coimbra,
D. Jorge de Almeida, pertenceu à Igreja de S. João
de Almedina e, em 1902, foi transferida para a Sé Velha.
Considerada de grande valor, pois é contemporânea
do tempo dos Descobrimentos, esta obra exprime, de forma excelente,
a temática da água. O facto de ser transportável,
fez com que Mons. João Evangelista, pároco da Sé
Velha, não visse impedimento em emprestá-la, desde
que seja assegurado que será "tratada com o respeito
que lhe é devido, acautelando danos e evitando atrasos
ou desvios na sua devolução à Igreja".
Incansável missionário, Santo Afonso escreveu 128 obras, sobretudo de Teologia Moral, mas também sobre Maria e o Santíssimo Sacramento. Morreu em Pagani, em 1 de Agosto de 1787, tendo sido canonizado em 1839, proclamado Doutor da Igreja em 1871 e Padroeiro dos Confessores e Moralistas em 1950.
Os Padres Redentoristas promovem no dia 31 e em 1 de Junho a sua 45ª peregrinação a Fátima, desta vez sob o lema: «Jesus Cristo, Único Salvador», homenageando o Fundador e missionário que tem a sua estátua sobre a colunata, do lado da capelinha das Aparições. Participará também a animadora de música religiosa Ir. Míria T. K., brasileira que, de 23 a 30, vai preparar a peregrinação na igreja dos Redentoristas, em Guimarães.
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