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A participação ainda do Vigário da Vara, do assessor vicarial da Família, do diácono António Cunha, assistente da equipa vicarial, do presidente da Junta de Freguesia e de representantes de vários grupos de jovens e de grupos e movimentos ligados à Família, bem como da Associação das Donas de Casa de Gondomar, deram mais amplitude ainda às centenas de pessoas que ali acorreram, vindas das freguesias da Vigararia. «A educação da criança para a Paz» foi o tema desenvolvido pelo P. Joaquim Mendes, padre salesiano e director do Colégio dos Órfãos, no Porto.
De forma clara, objectiva e profunda, foram abordados os grandes objectivos a ter em conta numa educação para a Paz: suscitar uma opção consciente de busca da verdade, ou seja conhecer, saber e avaliar; educar para os valores da justiça, liberdade, respeito pela vida, amor pelo outro, e estimular atittudes adequadas.
O Dr. Mendes apresentou depois algumas orientações como as de constituir ambientes não violentos, formar adultos que sejam verdadeiros construtores da Paz, constituir ambientes educativos na família, na escola e no grupo. E concluiu dizendo que, «perante o crescimento da violência institucional, social e pessoal, a acção educativa deverá assumir critérios construtores de paz». Acrescentou ainda que «a paz não é só uma tarefa política, mas também uma tarefa formativa que todos devemos assumir e em que todos devemos empenhar-nos». De facto, «para conseguir a Paz, é preciso educar para a Paz».
Os participantes tiveram ainda encontros de grupo onde elaboraram um decálogo de atitudes educativas para a paz na família. A Assembleia teve ainda várias intervenções por parte dos grupos e movimentos ali representados e da Associação da Donas de Casa de Gondomar.
Por fim falou o assessor da Pastoral da Família, P. Paiva, sobre o que foi feito na vigararia ao longo do ano, ficando a saber-se que oito das 11 paróquias têm equipa paroquial da Família.
E o secretário diocesano da Pastoral da Família deixou alguns critérios que, a partir das Orientações Diocesanas, podem ser tidos em conta na Pastoral da Família, tendo D. José concluído, sublinhando a importância da Família.
A Assembleia encerrou com Eucaristia presidida por D. José, acompanhado pelos diáconos Orlando Rocha e António Cunha, tendo como concelebrantes os padres A. Mota, A. Borges(vigário), Joaquim Mendes e Manuel Paiva. No momento do Ofertório cada paróquia apresentou um símbolo, que deu extraordinária beleza e significado a esse momento.
No fim, houve um interessante tempo de convívio entre todos.
| A. C. |
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Friande, Sendim e Jugueiros (Felgueiras)
No dia 28 de Abril foram apresentadas em Sendim 21 canções, acompanhadas ao órgão também por crianças; no dia 5 de Maio foi a vez de Friande, onde foram apresentadas 16 canções; e no dia 2 de Junho foram apresentadas 14 canções em Jugueiros. Depois de escolher as cinco melhores canções de cada paróquia, realizou-se uma final que decorreu na tarde do dia 23, domingo, tendo sido apontada uma como vencedora e galardoado todas as outras com a oferta de música portuguesa para todos os cantores e organistas.
No final todos entenderam melhor que o canto é a mais bela expressão do espírito humano, «sinal de alegria no coração» (Actos 2) e que, como dizia Santo Agostinho, «cantar é próprio de quem am». Ele, de facto, promove a unidade, a paz e a harmonia, pois cada um descobre que ao inserir-se no conjunto a sua voz ganha maior repercussão.
Não admira por isso que, desde
os tempos primitivos, o canto ande próximo do culto e que
ao coro do teatro grego e aos trovadores da Idade Média
e dos tempos do Barroco, se tenham seguido os hinos de grupos
e nações, e verdadeiros monumentos musicais de música
popular, religiosa e litúrgica, que, como nenhuma outra
arte, consegue levar «a alma do intérprete» até
ao mais íntimo do ouvinte, criando sentimentos e atitudes
comuns.
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