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No Convento de Bela, Santo Tirso, reuniu-se há dias a Fraternidade Cristã dos Deficientes Físicos. O documento «Reconciliação, dom de Deus » serviu de base para se reflectir sobre o perdão e a reconciliação, neste tempo da Quaresma. A Fraternidade costuma promover encontros de oração e de reflexão no Advento e na Quaresma.
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A paróquia a que preside o P. Belmiro Pinho vivia, desde o dia 11, 3ª-feira, em ambiente de visita pastoral. Nesse dia, D. Manuel visitara os doentes e as obras paroquiais, mormente as duas capelas recentemente restauradas: a de Santo António «da Graciosa» e a nova capela de Nossa Senhora da Esperança, que foi agora benzida por D. Manuel no decorrer de solene concelebração.
No dia seguinte, D. Manuel visitou as escolas, tendo sido acolhido por docentes e alunos com grandes manifestações de regozijo. Visitou ainda uma unidade fabril, a Junta de Freguesia e o Centro de Saúde. À noite encontrou-se com o grupo de crismandos, tendo explicado bem o significado do sacramento da Confirmação.
Na 6ª-feira, às 21 horas, foi a Assembleia Paroquial que deu a conhecer o trabalho dos diversos grupos, particularmente o dos jovens. Na tarde de sábado, foi o encontro com as crianças e adolescentes da Catequese e seus catequistas, seguindo-se Eucaristia. Pelas 19 horas foi o encontro com os pais, seguido de Eucaristia para a comunidade.
A manhã de Domingo foi de festa pela presença das autoridades locais, Banda de Música, crismandos e seus catequistas. A concelebração contou com o P. Domingos Vaz e com o Pároco, e foi solenizada pelos acólitos, grupo coral e Confraria do Santíssimo.
A uma comunidade que enchia totalmente a igreja, D. Manuel lembrou que o grão de trigo lançado à terra parece morrer mas dará muito fruto. De modo semelhante, a morte para o egoísmo e outras tentações leva os cristãos a realizarem a sua vocação baptismal e crismal no testemunho sério dos valores espirituais e morais que nascem de Jesus Cristo.
No fim, todos estavam felizes e reconhecidos pelo trabalho do Pároco e dos catequistas. E os crismados ofereceram ao Bispo um ramo de flores e duas lembranças. D. Manuel agradeceu e também o tapete de flores e tantos outros gestos de simpatia, tendo salientado que centena e meia de jovens poderão dar um novo alento a esta comunidade.
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Depois de dez anos de Catequese e os adultos com dois anos de formação intensiva, acederam ao Crisma 112 fiéis, quando há seis anos, na última visita, haviam sido perto de 700 de uma paróquia que se divide por três centros de culto e de Catequese: Todeia (Capela de Sant'Ana), Mosteiro e Estradinha.
D. Gilberto começou por encontrar-se, nesse dia 7, com os doentes e idosos, no Patronato da Sagrada Família, tendo presidido a uma celebração para eles. E encontrou-se ainda com os jovens do 10º ano de Catequese que serão crismados em Fevereiro, e depois com os crismandos deste ano. No sábado, dia 8, reuniu-se com cerca de 400 crianças e, à tarde, presidiu à celebração da Palavra na capela de Sant'Ana em Todeia. Houve depois Missa no Mosteiro, seguindo-se encontro e celebração na Estradinha. À noite, D. Gilberto esteve ainda com duas centenas de jovens que esperam vir a ser crismados dentro de dois anos.
No dia seguinte, Domingo, foi a Eucaristia do Crisma, no Mosteiro, uma verdadeira festa da Fé. E, de tarde, foi a Assembleia paroquial no Patronato, tendo cada serviço dado a conhecer o seu trabalho. No fim, D. Gilberto falou da necessidade de se organizar o Conselho Pastoral e de revitalizar o serviço dos Acólitos.
No Domingo seguinte, dia 16, de tarde e no referido Patronato, decorreu o primeiro de sete outros encontros de preparação para o Terceiro Milénio, que a Vigararia está a realizar até Dezembro. D. Gilberto encarregou-se da parte doutrinal sobre Cristo como único Salvador, seguindo-se celebração da Palavra.
A freguesia, que se estende por 17 quilómetros de expensão, tem perto de cinco mil habitantes, metade dos quais praticantes. Uma zona da paróquia, a chamada área da Estradinha, faz parte da cidade de Amarante. Grande parte das famílias encontram a sua fonte de rendimento na agricultura, desde o vinho e milho até à criação de gado. Outros, e são cada vez mais, trabalham em confecções e calçado, muitas vezes nas suas próprias casas.
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«Armemos ciladas ao justo que nos incomoda» foi a expressão do Livro da Sabedoria que D. José utilizou para falar da paciência, persistência e coragem de Jesus. E acrescentou que, também hoje, muitos dos que nada querem da religião, atacam os que praticam as boas obras em favor de necessitados, presos e sós, pois tais acções incomodam.
A três anos do novo Milénio, disse D. José, importa «caminhar para a Páscoa» como «em deserto de purificação», desenvolvendo o conhecimento de Jesus Cristo, esclarecendo as dúvidas e cuidando de testemunhar a Fé pelas obras.
A presença do Comandante Distrital, Superintendente e Chefe Ramos de Campos, bem
como do sub-comandante, oficiais, sub-chefes e guardas, bem como de familiares e amigos, do chefe de capelães, P. Vilela, e do Capelão do Comando, P. José Arnaldo Fernandes, deu justificado relevo a uma igreja cheia de fiéis, numa celebração que foi solenizada pelo grupo coral de música sacra litúrgica da Polícia de Segurança Pública.
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