Cultura:

«UMA SEMANA DE CINEMA»

De 30 de Abril a 8 de Maio


TELEVISÃO - Esta semana a rubrica "Cinco Noites, Cinco Filmes" da RTP 2 destaca a obra do realizador francês Eric Rohmer, um dos inovadores da nouvelle vague que revolucionou o cinema francês nos anos 60. Veremos as comédias «O Amigo da Minha Amiga», de 1987, com Emmanuelle Chaulet e Sophie Renoir: uma história de amores cruzados entre quatro personagens (dia 30); «Conto de Primavera», de 1989, com Anne Teyssèdre e Hughes Quester: uma professora de filosofia ajuda uma jovem pianista (dia 1); e, «Conto de Inverno», de 1992, com Charlotte Very: elogio à maternidade (dia 2).

Mas ainda pode ver: «Do Fundo do Coração», melodrama romântico, de Francis Ford Coppola (1981), com Nastassja Kinski, Frederic Forrest, Teri Garr e Raul Julia, e a música de Tom Waitts (TVI, dia 30); «O Padrinho-Parte III», drama épico, de Francis Ford Coppola (1990), com Al Pacino, Diane Keaton e Bridget Fonda: conclusão da saga da família Corleone, iniciada em 1901 e concluída em 1979, segundo a redacção criativa do escritor Mario Puzo (RTP 1, dia 1); e, «Aventureiros do Fim do Mundo», acção e aventura, de Brian G. Hutton (1983), com Tom Selleck e Bess Armstrong (TVI, dia 2).

VÍDEO - Um prestigiado psiquiatra infantil vive atormentado por um sentimento de culpa devido ao trágico final de um dos seus pacientes. Um dia, a polícia pede-lhe para descobrir o que terá visto uma criança autista, única testemunha do assassinato dos pais. O realizador Bruce Beresford, que já conhecemos desse excelente «Miss Daisy», põe em imagens o livro de Akiva Goldsman, filho de dois importantes psiquiatras que dirigem um centro para crianças autistas, e co-argumentista de «O Cliente» e «Batman Para Sempre». Este «Sem Testemunhas», agora editado em vídeo pela Lusomundo Audiovisuais, conta com os desempenhos de Richard Dreyfuss, Linda Hamilton e John Lithgow, e marcou o debute cinematográfico da jovem Liv Tyler, filha de Steve Tyler, vocalista dos Aerosmith. A música é da responsabilidade do ex-Police, Stewart Copeland.

CINEMA - Após um parêntesis de seis anos, Cher retoma a sua carreira cinematográfica sob a batuta de Paul Mazursky, em «Fielmente Tua». Um marido infiel e o assassino que este contratou para matá-la serão os dois grandes obstáculos que a actriz terá de enfrentar nesta produção de Robert De Niro. Há dez anos Cher foi galardoada com o Oscar para a melhor interpretação feminina pelo seu papel em «Feitiço da Lua». Naquela ocasião encarnava uma mulher frustrada que um dia descobre a magia do amor e da vida, um acontecimento decisivo na sua monótona existência que a transforma para sempre. Não era a primeira vez que Cher surpreendia o público interpretando o semblante de uma mulher em que imperava um espírito submisso, como em «Sob Suspeita», filme onde contracenava com Dennis Quaid, no qual encarnava uma licenciada que em essência padecia dos mesmos sintomas de apatia que a madura italiana que se apaixona pelo irmão do seu noivo em «Feitiço da Lua». Neste comédia, a actriz mantém essa mesma tónica interpretando uma esposa depressiva que se apercebe como os seus vinte anos de casamento minaram a sua autoestima. E no dia em que o casal pensa festejar esse aniversário, tudo mudará na vida de Margaret (Cher). O seu marido (Ryan O'Neal) preparou-lhe uma surpresa: contratou um assassino (Chazz Palminteri) para a matar.

«Fielmente Tua» analisa o interior dos seus personagens, algo pouco usual no actual cinema americano, que sempre destaca a história dos filmes. O argumento deste thriller com toques de comédia negra, escrito por Chazz Palminteri, baseia-se na sua peça teatral, com o mesmo título, que recebeu o Dramalogue Award para o melhor libreto. A história dá uma machadada satírica em temas como a confiança, a honra e a fidelidade, quando o casamento conduz ao assassinato. Produzido pela Tribeca/Miramax Films, aí está uma deliciosa comédia de mistério a não perder, distribuída por Filmes Castello Lopes.

Mas a mais importante estreia da semana não é uma comédia ou um drama, ou um vulgar filme de acção, nem sequer um simples documentário de imagens animadas, embora tenha isso tudo. Foi a sensação do Festival de Cannes 1996, cuja Comissão Superior Técnica lhe atribuiu o seu Grande Prémio. A sua qualidade foi ainda recompensada com cinco Cesars do Cinema Francês, para a Melhor Fotografia, Som, Música, Produtor e Montagem. Os verdadeiros actores do filme não são capas de revista nem figuram nos posters da moda, mas são nossos conhecidos, grande parte deles passam quase despercebidamenteante os nossos olhos: são um punhado de activos, indisciplinados e inquietos insectos, os protagonistas de «Microcosmos», uma ficção natural, mais que documental, realizada por dois biólogos-cineastas franceses, Claude Nuridsany e Marie Pérennou.

Estes dois Doutores em Biológicas pela Universidade Pierre e Marie Curie, trabalham em equipa desde 1969. Em 1979 receberam o Prémio Niepce pelo seu trabalho fotográfico. Têm trabalhado na televisão e escrito livros, fortemente empenhados em dar a conhecer a Natureza, reconciliando a investigação técnica e a informação científica.

Biólogos antes de cineastas, Claude Nuridsany e Marie Pérennou dispuseram da suficiente cumplicidade para enfrentar um trabalho que requereu 15 anos de investigação, dois de preparação, três de filmagens e seis meses de montagem de imagens, música e som real.

Durante 82 minutos somos conduzidos por um campo verdejante da região de Aveyron, num dia de verão, ou durante uma forte chuvada com as suas consequências. As imagens apresentadas comovem-nos pela sua sensibilidade: os dramas quotidianos das formigas vermelhas e trabalhadeiras; o esforços empreendidos por uma joaninha para não cair de uma folha; os problemas de um gafanhoto em ceder passagem a outro, com menos educação (fazendo lembrar o encontro de Robin dos Bosques com o João Pequeno); uns caracóis da Borgonha em estado de excitação amorosa; os preparativos de uma aranha aquática, a Argyroneta (que faz o ninho debaixo d'água), para iniciar a sua refeição; a silênciosa metamorfose duma lagarta; um escaravelho rinoceronte arrastando uma bola de esterco de carneiro; e, incrível, mas verdadeiro, a vibrante emoção da abelha apaixonando-se, frente à câmara, pela orquídia Orphrys.

«Microcosmos» é altamente recomendável, mais pelo teor pedagógico e didático, que pelo puro entretenimento, produzido por Jacques Perrin e com música de Bruno Coulais, e distribuído em Portugal pela Atalanta Filmes, podendo ser visto no Cinema Cidade do Porto.
Vasco Martins
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Os traumatismos sociais

1. De vez em quando a colectividade é abalada, ou abanada, ou abananada, por aquilo a que se pode chamar os traumatismos sociais. Há duas espécies destes traumatismos: os existentes e os fabricados. Ambos são dramáticos e são lamentáveis, porque traduzem as limitações e deficiências da condição humana e as consequências da vida em sociedade, quando não é pautada por valores sólidos; ambos são explorados como fonte de êxito mediático; porém, mais dignos de comiseração social são os fabricados, porque exploram, na ânsia da notoriedade e do lucro, algumas das paixões humanas, para servirem de processo mais ou menos abscôndito de exploração dos inocentes e de fabricação, perceptível ou imperceptível, por mimetismo ou por ânsia de novas experiências, de outros traumatismos talvez mais graves.

Por traumatismos sociais queremos significar aqueles acontecimentos que como que dão um soco na opinião pública, e que tanto podem constituir uma agressão como uma ofensa, tanto um alerta como uma provocação. Possuem no entanto a característica de despertar da letargia inconsciente e inconsistente em que normalmente se vive, envolvidos como andamos no rodopio do quotidiano, sem tempo para reflectir nem pensar, sem capacidade de meditação e análise. Deixamos que os outros pensem por nós: ouvimos as suas discussões doutorais, que geralmente não esclarecem nada, mas esquecemos (ou dizemos que não temos tempo) de ler as reflexões e opiniões mais fundamentadas. A falta de leitura também se chama falta de reflexão, de meditação, de análise dos acontecimentos, de interpretação de intenções profundas ou de gestos precipitados.

Estes traumatismos assumem conteúdos e formas sociais muito diversas, mas resultam geralmente das transgressões das normas de convivência, que secularmente se encontram plasmadas nos mandamentos, que poucos querem seguir na sua simplicidade, a não ser que estejam transformados na complexidade das leis. É a perda dos equilíbrios individuais e sociais da sexualidade, cujas transgressões engendram os piores vícios e as mais nefastas explorações das pessoas, de que a mediática "pedofilia" é o exemplo mais recente; é o desrespeito ou esquecimento da justiça nas relações laborais, em que se violam os direitos próprios de cada função social; é a deterioração das normas de convivência social e cívica, que conduz às agressões, aos assaltos, às mortes, em que as vítimas são geralmente os mais indefesos, porque são os mais dignos.

Entre esses traumatismos sociais assumem particular importância os que resultam da responsabilidade humana, ou por acção propositada, ou por negligência ou omissão. Entre estes últimos, cuja culpabilidade é sempre mais difícil de determinar, encontram-se, por exemplo os acidentes viários, particularmente os rodoviários (em que as responsabilidades se repartem entre cidadãos e poderes públicos, nomeadamente de eliminação de causas e de vigilância cuidadosa), os acidentes laborais (em que muitas vezes a desatenção e a falta de concentração no trabalho conduzem a perda de vidas e prejuízos materiais incalculáveis), alguns incêndios, as explosões de materiais inflamáveis que enchem o nosso entorno, derrubamentos de prédios, e tantos outros. Muitas vezes à negligência mistura-se a má intenção e a acção criminosa, como no caso dos incêndios florestais e outros. Importa considerar que tudo isto são responsabilidades humanas. E o homem que se destrói a si próprio e o fruto do trabalho de suas mãos, ou das mãos de outros, está em vias de destruição. A maior parte das desgraças humanas nascem da culpa dos homens, a começar nas guerras e nos genocídios e a acabar no crime da nossa rua. Apenas as catástofes naturais permanecem nos arcanos providenciais, quanto a suas motivações, seu sentido e alcance. Os terramotos, as erupções vulcânicas, as catástrofes climatéricas de frios, chuvas e calores, por muito que se saiba das suas causas, e mais das suas consequências, estão sempre para além da intervenção humana, a não ser na possibilidades da remediação. E dão muitas vezes cabo das mais elaboradas e pretensiosas previsões económicas.

Porém, a grande massa, a mole imensa dos traumatismos sociais nascem da responsabilidade humana e do inordenado uso de nossas faculdades, responsabilidades, liberdades, aspirações, anseios e projectos. Entre estes, tão numerosos e tão temerosos, quero fazer ressaltar três mais recentes.

2. As greves dos ricos. Não há ano nenhum em que certos grupos sociais não nos brindem com greves, cuja oportunidade só eles conhecem e defendem. Entre esses, assumem relevância os ferroviários e os trabalhadores da transportadora aérea, particularmente os pilotos. Deve considerar-se uma agressão ao mundo do trabalho em geral (e as estruturas sindicais deveriam pedagogicamente explicar-lhes isso, porque os sindicatos não devem ser apenas estruturas de reivindicação de direitos, mas de educação para o trabalho e para a sua função social, e portanto de estímulo ao cumprimento dos deveres e da qualidade profissional) que os trabalhadores mais bem pagos do país sejam os mais vezeiros na intransigência negocial, sempre na procura de novas e inopinadas regalias, sobretudo quando contribuem com o seu trabalho para a não viabilização da empresa. Dito de outra maneira, o trabalho que produzem não permite o pagamento dos salários que auferem. Pretender nestas circunstâncias maior remuneração é pelo menos um acto de injustiça, que se pode muito bem tornar suicida. Não deixa de ser digno de reflexão este ponto: que os mais beneficiados sejam sempre os que procuram mais benefícios. Dito de outra maneira: o dinheiro atrai dinheiro na razão directa da sua quantidade.

3. Culpa inteira. A origem pia do nome "Mea culpa", expressão litúrgica e penitencial da confissão das próprias faltas, tornou-se inesperadamente emblemática dos trágicos acontecimentos da discoteca de Amarante. Tudo aconteceu por várias culpas: culpa daquele tipo de estabelecimentos, que se transmutaram rapidamente dos antros citadinos e das vielas estreitas de zonas portuárias para a amplidão e pacatez das aldeias, convivendo com a inocência da natureza, em atitude agressiva de poluição ambiental e moral; culpa dos métodos e processos de que se usa, em pacata e alegre inconsciência social e moral naquele tipo de estabelecimentos, em que a exploração do sexo se transforma em exploração do dinheiro de novos ricos menos responsáveis; culpa das invejas que a competição e a ganância produzem, sobretudo quando misturada com exploração de pessoas; culpa do espírito de vingança e violência que se instalou na sociedade. O cenário e os estratagemas da acção praticada bem poderiam ter sido os de qualquer filme americano fabricador de violência, que as televisões exibem em profusão incontida e incontrolada, e que jovens não cuidosos das consequências executam pelo mero prazer de imitar as violências da realidade virtual. Culpa essencialmente da mentalidade instalada: convém que estas coisas apareçam para que produzam jornais, telejornais, diários, que nos contem "tudo sobre o crime de Amarante". Eis como uma "mea culpa", palavras de arrependimento, que se transformou em "meia culpa" nos registos televisivos, acaba por constituir uma "culpa inteira", e grave, e irreparável, e não emendada, e não castigada, de toda a sociedade. Quem semeia culpas colhe tempestades sociais e morais.

4. O rol não teria fim. Mas falta um traumatismo essencial dos últimos tempos: o soco do jogador. O acto impensado, ou mal pensado, ou provocado, ou o que se quiser, do jogador determinou mais uma demonstração completa da qualidade da gente que dirige o universo do desporto. E não digo, como sempre se diz, em atitude dubiamente masoquista e mesquinha dos comentadores e (pasme-se!) dos próprios actores do fenómeno, "em Portugal", porque fora de Portugal acontecem casos semelhantes ou piores, tanto no que se refere à agressão como ao seu tratamento. Mas o soco do rapaz ensinou várias coisas: que até as agressões se justificam publicamente, quando são dos do nosso clube; que nem juízes nem dirigentes sabem assumir uma atitude que ao mesmo tempo castigue o acto mas ajude a recuperar o jogador e a pessoa; que quanto mais isso der pano para remendar programas e encher páginas, tanto melhor.

Traumatismos sociais: sintomas de decadência social, de esquecimento do sentido cívico, das normas de convivência, do equilíbrio das relações pessoais, da decadência da ética e da moral dos comportamentos. Se ela não se ensina, nem nas escolas nem fora delas, que outra coisa será de esperar?
C. F.
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Dialogar com a morte

O problema da morte, num mundo que aprecia sobremaneira - e com razão - a vida, é cada vez menos um tabu. Sabendo todos que, para utilizar uma expressão cansada de tanto uso, "a morte é certa", podemos perguntar com François Mitterrand "como morrer?"

O mais fácil, numa primeira e fútil tentativa de evitar a resposta, é ignorar a realidade e virar-lhe as costas. Mas pressentimos que, à semelhança de algumas civilizações passadas, talvez a melhor solução seja encarar a morte de frente.

Nesta perspectiva, como nas páginas da "Voz Portucalense" escreveu Gonçalves Moreira, têm sido publicados alguns trabalhos nos quais psicólogos e médicos falam da sua experiência junto de doentes terminais e de pessoas que viveram longos períodos de "morte aparente".

Rfeerimo-nos, hoje, ao livro de Marie de Hennezel, Diálogo com a Morte, em que a autora, psicóloga de profissão, defende que "a sociedade ocidental precisa de rever as suas atitudes perante a morte, abandonando o medo e aceitando-a como uma fase do processo da vida".

A partir de experiências que viveu à cabeceira de doentes terminais, Marie de Hennezel dá-nos "uma lição de vida", um livro de que "emana uma luz" que é "mais intensa que muitos tratados de sabedoria", ainda nas palavras de F. Mitterrand.

Afinal, de acordo com o antigo Presidente da República francesa, uma pessoa que viveu longos meses de "diálogo com a morte", o "mais belo ensinamento deste livro" é este: "a morte pode fazer que uma pessoa se torne naquilo para que foi chamada a ser; ela é, talvez, no pleno sentido da palavra, uma realização".

(Marie de Hennezel, Diálogo com a morte. Trad. José Carlos Gonzalez. Editorial Notícias, Lisboa, 1997. À venda na Livraria Telos Editora, R. Stª Catarina, 521, Porto)


Dizer Deus com modéstia

Qualquer livro com a assinatura de González-Carvajal é credor de uma demorada atenção e de cuidada leitura. Pena que nem sempre as suas obras nos sejam oferecidas em português, embora se admita que o castelhano não é entrave a uma leitura que se faz com verdadeiro prazer espiritual.

Desta vez, este sacerdote madrileno conduz-nos a uma tema de flagrante interesse - quando dizemos "Deus", o que dizemos de facto? Longe do mandamento que orienta cada crente na santificação do nome de Deus, esta palavra tem sido mutilada e utilizada nos mais diversíssimos sentidos por homens que por ela mataram e se deixaram matar...

Importa, diz González-Carvajal, limpar a palavra Deus, devolver-lhe a sua integridade original. Será possível? O que podemos fazer, defende o Autor, é, sabendo-a uma palavra "profanada e mutilada", levantá-la do pó, retirar-lhe um pouco do lixo que os séculos sobre ela depositaram.

Para isso, os crentes devem adoptar uma nova práxis, fazendo associar a palavra Deus a experiências positivas e libertadoras.

O padre Carvajal é, como se sabe, talvez o mais lido autor de temas religiosos de língua castelhana. Isto porque consegue, como refere ser seu propósito, "explicar a teologia da forma mais simples possível, sem perder por isso profundidade, àqueles que com ela não estão familiarizados". Um propósito totalmente conseguido, neste caso, falando, "com modéstia", de Deus que "também é mãe." (Luis Gonzalez-Carvajal Santabárbara, Noticias de Dios! Ed. Sal Terrae, Santander, 1997. À venda na Livraria Telos Editora, R. Stª Catarina, 521, Porto)


O Ano Santo

«O Ano Santo na História da Igreja» é uma breve publicação do P. José da Costa Saraiva, com prefácio de D. Eurico Nogueira em que lembra um trabalho realizado em Coimbra em 1949 quando no CADC se preparava o Ano Santo da Redenção proclamado por Pio XII.

Nessa ocasião, ao P. Saraiva coube fazer uma conferência sobre «O Ano Santo na História da Igreja», o texto que em 2ª edição, revista e actualizada, agora aparece. Tem de tem 32 páginas e pode ajudar a conhecer melhor a história dos anos santos.
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