
Todos sonham o melhor bem para um ano que começa. Alguns imaginam que ele poderá vir da sorte, do acaso ou de algum gesto mágico, quando sabemos que a sorte do mundo e das pessoas, em grande parte, está colocada nas nossas mãos. O caminho da Paz é o perdão, o do bem-estar social a partilha, não apenas no nosso pequeno mundo mas à escala mundial, e o da felicidade... da «conversão» pessoal. Isso queremos assinalar com esta gravura, uma bela imagem da Mãe que acolheu e nos dá o Príncipe da Paz, encontrada em Kowloon, no Extremo Oriente, e naturalmente feita em Portugal ou em Espanha. Ela lembra laços tantas vezes quebrados que reclamam novo vigor, terminado o tempo da velha colonização. Na perspectiva de João Paulo II, agora deverá nascer o tempo da fraternidade em Cristo. E os povos que abriram o coração aos novos mundos e que se reconhecem como cristãos têm o dever de lançar esse novo estilo de relação. Ela deverá ter a marca do Evangelho, a Boa Nova da Partilha, do Perdão e do Amor... a caminho da nossa Redenção. E este é o caminho que a «VP» quer percorrer neste 28º ano de publicação.
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