Participaram também alguns bispos eméritos e os presidentes da Conferência Nacional dos Institutos Religiosos, da Federação Nacional dos Institutos Religiosos Femininos e da Federação Nacional dos Institutos Seculares. No início, D. João Alves, Presidente da Conferência Episcopal, lembrou a celebração dos 50 anos da ordenação sacerdotal de João Paulo II e saudou D. António Vitalino, recém-ordenado bispo auxiliar de Lisboa.
Foi dada a conhecer a participação de representantes em encontros como o "Simpósio dos Bispos Europeus" e o convénio sobre "Família e Demografia na Europa", ocorridos em Roma, bem como do 2º Simpósio de Padres Portugueses, realizado em Fátima, do diálogo com o Ministério da Cultura a propósito do Património Artístico da Igreja, da organização da III Semana Social em 1997, da homologação do documento "Caminhos da Pastoral Operária em Portugal" e do estudo do tempo concedido pela RTP às confissões religiosas. Apoiaram o esforço de constituição em cada diocese da comissão Justiça e Paz, a preparação da assembleia Ecuménica de Graz a realizar em 1997 e homologaram as comissões episcopais.
Aprovaram ainda um documento sobre Jesus Cristo, Senhor e Salvador do Mundo e da dignidade da pessoa humana, que servirá de apoio para a preparação do 3º Milénio, e estudaram novas perspectivas de comunhão com os países lusófonos, tendo encarregado a Fundação Evangelização e Culturas de promover a ligação com essas Igrejas. A presença da Igreja no meio universitário foi também referida tendo sido dadas orientações para uma mais claro desenvolvimento da pastoral universitária.
Com firmeza rejeitaram as práticas abortistas, reconduziram o Dr. Acácio Catarino como presidente da Cáritas e o P. Manuel Correia Fernandes como assistente nacional do Movimento de Educadores Católicos. O P. António Marim foi nomeado assistente nacional do Noelismo e foram aprovados os estatutos da Fraternidade Nuno Álvares e das Equipas de Jovens de Nossa Senhora.
Os bispos exprimiram, por fim, a sua solidariedade com o bispo D. Carlos Ximenes Belo e manifestaram a sua alegria pela atribuição que lhe foi feita do Prémio Nobel da Paz, tendo manifestado também o seu repúdio pelo desrespeito dos direitos da pessoa humana em Timor-Leste.
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