As cerca de 400 mil pessoas que acorreram a Fátima rejubilaram com a notícia que vem corroborar a grande devoção que, todos os meses, leva à Cova da Iria gente do País e de todo o mundo. Um sinal disso são as sete dezenas de profissionais da informação, 36 dos quais estrangeiros, que nos dias 12 e 13 ali se encontraram.
No dia 12, peregrinação foi presidida por D. Serafim Silva, bispo de Leiria-Fátima, que, na homilia, recordou a ida do Papa ao Líbano, num sinal de que a libertação de Cristo ultrapassa as tradicionais fronteiras da Igreja. Recordou ainda os flagelos dos tempos de hoje, desde a sida, a violência e a guerra, acrescentando que em Cristo todos poderão encontrar «razões de viver e a paz».
As celebrações do dia 13 foram presididas pelo Arcebispo de Colónia, Alemanha. O cardeal Meisner diz-se maravilhado pelo popvo português que soube assimilar os valores da mensagem de Fátima e ser mesmo capaz de os levar a todo o mundo. «Hoje não se pode imaginar Portugal sem Fátima, nem o movimento de Fátima sem os portugueses», tendo acrescentado que a Fé é o caminho da re-humanização da humanidade que foi perdendo os seus ancestrais valores. Ele veio agradecer mais uma vez à Virgem de Fátima a mudança que se deu no Leste europeu. Depois de adquirir a liberdade exterior, o homem deve agora conseguir a liberdade interior, pois permanece «preso, como escravo» a tantas cadeias de que só se libertará ao longo de anos. e que agora deve chegar
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