Prioridade à saúde?
Um documento com mais de 14 mil assinaturas
foi enviado há pouco à Ministra da Saúde,
reclamando que tente acabar com as listas de espera de doentes
para consultas médicas urgentes e ainda mais quando os
diagnósticos clínicos apontam para internamento
imediato. Ao Estado, pedem que abandone alguns sinais de riqueza
e ouse responder às necessidades mais prementes. E que,
quando não possa fazê-lo, apoie a utilização
de um hospital privado, na linha do Despacho 16/86 que está
em vigor mas «não funciona». Salientam os signatários
que é intolerável marcar consultas para datas que,
com certeza, ocorrerão quando o doente já estiver
irrecuperável ou morto. As pessoas, e particularmente os
doentes, merecem mais respeito.