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Na mensagem que deixou nos diversos locais desta comunidade, D. José apelou aos valores cristãos que devem informar uma sociedade em progressiva desumanização. E insistiu que hão-de ser os cristãos a fazer com que esses valores frutifiquem na linha do apelo de Cristo: «Eu escolhi-vos para frutificardes e para que o vosso fruto permaneça».
E apontou como prioridade uma maior atenção aos que vivem afastados da Igreja, um esforço de dar novo dinamismo ao sector da caridade e de criar mesmo novas estruturas. E também um reforço da pastoral do Baptismo e de maior espírito missionário, revelando que «o amor a Deus e ao próximo é fonte de permanente alegria cristã».
D. José encontrou-se com as colectividades cívicas, com as Irmãs Doroteias e com os doentes, crianças, jovens e frequentadores de cada um dos centros de culto, e também com os organismos paroquiais e, no Domingo, com os padres da Vigararia.
Grande vitalidade revela a Catequese, os grupos corais, bíblicos e de festas, os Cursos de Cristandade e Escuteiros, os ministros da Comunhão, leitores e acólitos e os cinco Pré-seminaristas. A paróquia tem, além da igreja paroquial, as capelas de Santiago, Gervide e Quebrantões, e as do Colégio do Sardão e do Monte da Virgem. Há Conselho Económico e em formação o Conselho Pastoral. Em projecto está a construção do Centro Paroquial. São daqui naturais os padres Adélio e Benjamim, cinco Irmãs, sendo duas Doroteias e três do Instituto do Bom Pastor, e quatro consagradas leigas. A última visita pastoral tinha sido em 1991, tendo sido crismados 80 fiéis.
Na margem esquerda do rio Douro e a poucos quilómetros da foz, esta é uma das freguesias que mais tem crescido. Em 1960 teria 13 mil habitantes e hoje mais de 30 mil. Há desemprego, falta de habitação e urbanismo caótico, mas também fenómenos de exclusão, desenraizamento e droga.
Outrora foi sede de um arcediagado do
Cabido Portucalense, instituído em 1455 e que D. Rodrigo
elevou a vigararia. Era conhecida também por Oliveira dos
Cónegos, porque aqui existiu um convento dos Lóios,
fundado em 1679 e vendido após a extinção
das Ordens religiosas em 1834.
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A Comissão Mista Religiosos/as, Institutos Seculares e Sacerdotes Diocesanos, reuniu-se no dia 5, pelas 10 horas, no Centro Diocesano de Vilar, Porto, presidida por D. José Augusto, bispo-auxiliar, num objectivo de reforçar os laços eclesiais empenhando-se num projecto comum que tenha em conta e valorize as especificidade de cada modo de consagração.
Nesta que foi a última reunião deste ano pastoral, fez-se a avaliação do trabalho realizado e foram apontadas algumas perspectivas para o novo ano. Foi salientada a boa participação dos Institutos de Vida Consagrada no Dia do Consagrado, em 2 de Fevereiro, bem como a qualidade das jornadas que antecederam a celebração desse dia. Recordou-se, no entanto, que as jornadas não movimentaram grande número de leigos, a quem eram prioritariamente dirigidas. E houve também pouco envolvimento dos presbíteros diocesanos e religiosos, num momento em que seria importante revelar e alimentar a comunhão e partilha dos especialmente consagrados com todo o presbitério que trabalha na diocese.
A Comissão sublinhou que existe para dar a conhecer o sinal e o sentido da Vida Consagrada em cada Igreja particular e disse querer continuar a reflectir em comum para descobrir novas formas de actuação. Nesse sentido, foi sugerido que se faça uma ampla exposição onde os Institutos de Vida Consagrada existentes na Diocese possam apresentar o seu carisma e missão. E também que o Dia do Consagrado não seja apenas um momento de celebração mas também de encontro e de convívio. Nesse sentido deve cuidar-se mais do acolhimento.
D. José partilhou com a Comissão a sua experiência de participação no II Congresso Europeu de Vocações, realizado em Roma, tendo acentuado o enriquecimento que as Igrejas do Leste trouxeram. E deu a conhecer as acções que estão decorrer para preparação do Grande Jubileu. Os Institutos, por sua vez, referiram a maneira como o Jubileu está a ser vivido a nível local e provincial. E foi levantada a sugestão de desencadear, ao longo do próximo ano pastoral, uma acção de conjunto na área sociocaritativa.
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Um folheto explica que o Pré-Seminário
«acolhe e acompanha aqueles que manifestam sinais de vocação
sacerdotal», que aceitam a possibilidade de ser padres, desejam
estudar a sua vocação no Seminário e têm
as devidas qualidades físicas, intelectuais e morais. Ao
Pároco compete a apresentação do candidato
que deve ter concluído o 1º ciclo básico ou
estar matriculado em qualquer dos restantes anos escolares, mesmo
no ensino superior. Ao longo do ano haverá diversos encontros
individuais e de grupo e, mensalmente, um encontro de formação.
Situada na área da Formação Pessoal e Social, essa aula pretende responder de forma escolar às questões que os alunos levantam e que lhes são suscitadas pelo seu desenvolvimento pessoal e pelo estudo que estão a fazer. A aula apresenta-se assim como um enriquecimento cultural indispensável para quem vive num ambiente marcado pelos valores cristãos. A aula possibilita uma interpretação actuializada das questões de Deus, da Igreja e das diversas formas de vida cristã.
Trata-se de um serviço que a Escola presta às pessoas ajudando os pais na educação que devem proporcionar aos seus filhos. E, ainda que em muitos lugares os alunos escolham entre uma aula e um tempo livre, por não haver aula de Desenvolvimento Pessoal e Social, mais de 50 por cento dos alunos das escolas optam por uma aula que, de modo nenhum se assemelha à Catequese, pois mais do que uma proposta de Fé é um esclarecimento intelectual deixando a opção ao critério e liberdade de cada um. Infelizmente, é bastante desconhecido o programa das aulas do ensino secundário, um nível em que apenas 14 por cento dos alunos escolhem a referida aula.
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