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Animada pelos representantes de cada grupo base, a assembleia foi de verdadeira festa, tendo em perspectiva a eleição dos delegados da diocese do Porto para o 1º encontro europeu do Movimento Internacional de Apostolado de Crianças (MIDADE-Europa), que ocorre de 3 a 10 de Agosto, em Lyon, França.
De manhã, as crianças partilharam entre si a vida dos grupos de base, verdadeiro lugar de aprendizagem e caminho de realização pessoal, social e cristã. E falaram também do M. A. A. C. como oportunidade de descoberta dos dons de cada um. Houve depois Eucaristia, animada pelas crianças e presidida pelo P. Fernando Mota, assistente diocesano que, na mensagem dirigida às crianças, lhes lançou o desafio construirem um mundo novo na linha do projecto que Jesus lhes confiou.
A evangelização das crianças assume, hoje, um lugar especial nas preocupações da Igreja. Nessa linha apareceu o MIDADE (movimento internacional de apostolado de adolescentes e crianças) que existe já em 48 países de todos os continentes e que tem por matriz a Acção Católica. A metodologia leva a que a criança assuma o seu lugar no desenvolvimento do seu meio e também na Igreja. Em todas as circunstâncias e através de animadores, procura desenvolver-se uma pedagogia activa, fazendo das crianças «verdadeiros apóstolos junto dos seus colegas».
O MAAC tem-se desenvolvido particularmente nos meios urbanos e em zonas operárias, permitindo que as crianças dêem a sua opinião sobre os problemas do meio e desenvolvam iniciativas em favor dos valores da solidariedade, da justiça e da Paz.
São tratados assuntos que as chocam como a toxicodependência, prostituição, violência e formas de exclusão social a que são muito sensíveis e que os adultos, muitas vezes, dão a entender que lhes passam despercebidas. Nas reuniões, as crianças falam do que lhes vai na alma, fazendo uma experiência de comunidade e de amizade que muitas vezes não têm na família, nem na escola. Elas sentem que ali «têm liberdade de expressão» e vão descobrindo em Jesus «o maior amigo».
Nos últimos tempos tem sido dada atenção
a este movimento de apostolado das crianças, até
para que a Igreja conheça a sensibilidade das crianças
aos grandes problemas deste tempo. E também para que sejam
experimentadas formas de actuação tipicamente infantis
que levem «a sua marca» a uma sociedade que habitualmente
as ignora. E também a Igreja carece do seu testemunho.
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Paredes-Penafiel-Livração
As cerimónias de encerramento deste 1º Ano foram na
vigília de Pentecostes, sob a presidência de D. João
Miranda, bispo auxiliar, a quem se deve este concertado esforço
de formação de pessoas. No fim, realizou-se um animado
convívio, tendo sido oferecido a todos os que concluiram
o 1º ano do curso um exemplar do Catecismo da Igreja Católica.
A obra do arq. Agostinho Ricca foi enriquecida pela arte do Mestre Júlio Resende e pelos vitrais do Mestre de Lilão, Itália, Alessandro Grassi. Além de espaços para acolhimento, ali fica o cartório, salas de convívio, gabinetes de trabalho, salas de reuniões, retiros e festas, e também duas capelas mortuárias e instalações para a comunidade religiosa dos Sacerdotes do Coração de Jesus, a quem a paróquia está confiada.
A construção permitiu um grande partilha de bens não só entre as pessoas desta paróquia como da comunidade de Cornale, Itália. E agora ali está um conjunto harmonioso e moderno que, na linha dos edifícios que fizeram do Porto Património Mundial, também lança esta cidade no futuro pela igreja e pelo centro social de N.ª S.ª da Boavista.
A iniciativa partiu do Secretariado da Pastoral Universitária a que preside o P. António Bacelar, aparecendo na sequência de outras que têm dado «corpo e alma» ao grupo de africanos do Porto. Foram dezenas de cristãos africanos e portugueses que participaram na Eucaristia e no convívio que se seguiu. Na homilia, o P. Bacelar acentuou a importância da unidade e do testemunho cristão, conscientes de que "o facto de sermos filhos de Deus que imensamente nos ama e irmãos de todos os homens porque todos e cada um é filho de Deus". E lembrou que celebrar o Dia de África na festa da Santíssima Trindade é "uma feliz coincidência a confirmar os passos e o empenho de cristãos, o que quer dizer pessoas, cidadãos livres, mas participantes e protagonistas da história".
O Dia de África lembra que há 34 anos, em 25 de Maio de 1963, em Adis-Abeda (Etiópia) se criou a Organização de Unidade Africana (OUA), uma organização que tem tentado ser, no âmbito dos países irmãos africanos, árbitro nos conflitos internos e externos, que vão surgindo naquele continente, tantas vezes flagelado pela guerra e violência, que continua a fazer correr muito sangue de inocentes.
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