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A paróquia de S. Cosme, Gondomar, assinalou, há dias, o centenário do nascimento do P. Manuel Andrade e Silva com a reposição do seu busto em novo lugar do adro da Igreja, agora renovado e recuperado.
Um bom número de paroquianos que o conheceram marcaram presença, para além de representações das Confrarias da Paróquia e do Conselho da Fábrica, bem como familiares do Homenageado, entre os quais o sobrinho, P. José Andrade Brandão que presidiu à Eucaristia, concelebrada pelo Pároco, P. António Vaz, e pelo P. José Nuno, que dali é natural. Presentes ainda o presidente da Câmara Municipal, Valentim Loureiro, e o vereador da Cultura, Dr. Fernando Melo.
Ordenado de presbítero em Novembro de 1920, o P. Manuel foi nomeado pároco de S. Cosme em 16 de Outubro de 1937, depois de breve passagem pela paroquialidade de Santa Maria da Feira e de ter sido professor no Seminário, reitor do Colégio Missionário de Cucujães.
O busto, da autoria do escultor Manuel Vigário, fora colocado em frente do Salão Paroquial que o P. Manuel havia mandado construir. Ele fica agora mais próximo de quem entra e sai da igreja, assente numa mesa de granito que exprime firmeza, constância e persistência. Para além disso, duas lâminas graníticas apontam o Céu em sinal de verticalidade e de identidade, exprimindo a fidelidade de uma vida dada a um povo até ao fim. «Deixem-me morrer no meio do meu povo», pedira o P. Manuel ao saber da doença que, tão cedo, o haveria de vitimar. E assim aconteceu em 17 de Julho de 1955, aos 59 anos de idade, no edifício da Ala Nun'Álvares, que nessa ocasião servia de residência paroquial. Os restos mortais encontram-se em jazigo da família em Mosteirô, Santa Maria da Feira.
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Dizem não aceitar a desculpa assumida pelo Ministério do Emprego e pela Comissão de Acompanhamento de Acordo Económico Social, acrescentando que se está a assistir a «uma defraudação das expectativas já criadas e do programa do próprio Governo». Lembram ainda que os trabalhadores e suas famílias «têm direito à vida em família, à formação, ao repouso, ao laser e não vivem para trabalhar, mas trabalham para viver». E consideram que aquilo que está a acontecer constitui «uma monstruosidade e não encontra argumentos jurídicos sérios». E concluem: «A nossa consciência cristã iluminada pelo Evangelho e pela Doutrina Social da Igreja aponta para uma concepção humanista da economia com o homem como fim de toda a actividade humana, leva-nos a uma atitude de solidariedade com todos os trabalhadores que exigem a redução do horário de trabalho e se recusam a perder direitos tão duramente conseguidos há muito tempo». Em atitude confiante advertem que está em causa «a construção de uma sociedade em que se promova e desenvolva a dignidade da pessoa humana, um estilo de vida e de organização social» e encorajam os jovens trabalhadores para que unindo-se a outros nesta luta, saibam reagir e apelar ao Governo para que não defraude as esperanças que nele foram depositadas».
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A equipa missionária foi constituída pelo Pe. João Maria, da comunidade dos Padres Vicentinos de Santa Quitéria, pela Irmã Maria da Luz, Filha da Caridade de São Vicente de Paulo da comunidade do Campo Grande, em Lisboa, e por Maria, leiga missionária, de Fátima.
De acordo com a dinâmica da Missão Vicentina renovada, a primeira semana decorreu em pequenos grupos espalhados pela paróquia, mais propriamente, comunidades familiares de caridade. Foram 25, essas comunidades, que funcionaram na primeira semana, ou seja, de 1 a 7, concluindo-se com a celebração «Comunidade de comunidades» na igreja Paroquial. No sábado, dia 7, às 18,15 horas foi a celebração, às 11 horas tinham sido as crianças que tiveram a sua celebração festiva, expressão de toda a caminhada feita, ao longo da semana.
Na segunda semana houve celebração geral, diariamente, às 20,30 horas, visitas às famílias, preferencialmente onde existiam doentes e pessoas de idade, uma celebração para doentes e idosos, na quinta-feira, de tarde, e uma celebração para Adolescentes e Jovens na tarde de sábado.
Em perspectiva de continuidade e vivência da Missão, as pequenas comunidades cristãs previram reunir-se, mensalmente, em dia e hora a programar oportunamente, com o Pároco.
No domingo, dia 15, foi o momento de celebrar toda a caminhada de aprofundamento de fé desenvolvida ao longo dessa quinzena de acção evangelizadora. De tarde, foi o convívio com lanche partilhado, no salão paroquial. Um numeroso grupo de cristãos entendem bem que esta acção evangelizadora, em pleno Advento, preparou a Visita Pastoral, a realizar em Maio. A Comunidade paroquial de Sendim lançou-se ainda na vivência própria da preparação para o Grande Jubileu do Ano 2000. A Missão Popular Vicentina Renovada foi a resposta aos apelos do Papa reclamando uma Nova Evangelização.
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